As Guias

Conhecidas também como "Cordão de Santo", "Colar de Santo" ou "Fio de Contas".


São ritualisticamente preparadas, ou seja, imantadas, de acordo com a tônica vibracional de quem as irá utilizar (médium e entidade), e conforme o objetivo a que se destinam.

São compostas de certo numero de elementos (contas de cristal ou louça, búzios, Lágrimas de Nossa Senhora, dentes, palha da costa, etc..), distribuídos em um fio (de Aço ou Náilon) ou linha de pescar, obedecendo a uma numerologia especifica e uma cronologia adequada, ou ainda, de acordo com as determinações de uma entidade em particular.

Utilizadas como um colar, durante um trabalho espiritual (p/ Ex. Gira de trabalho), pela entidade incorporada, tem função de servir como ponto de atração (Imã) e identificação da vibração principal e/ou falange em particular, atuante naquele trabalho, e também como elemento facilitador da sintonia e isolamento mental (contra vibrações negativas ou estranhas ao trabalho), para o médium incorporado.

Alguns procedimentos devem sempre ser observados, no tocante ao uso e confecção das guias:

1. São elementos ritualísticos pessoais, individuais e intransferíveis, devendo ser confeccionadas, manipuladas e utilizadas somente pelo médium a quem se destinam.

2. Deve-se observar que cada indivíduo e cada ambiente, possuem um campo magnético e uma tônica vibracional próprios e individual (tanto positivo quanto negativo). A confecção ou manipulação das guias por outras pessoas, ou ainda, seu uso, em ambientes ou situações negativas ou discordantes com o trabalho espiritual, fatalmente acarretará uma "contaminação" ou interferência vibracional.

3. Como elemento de atração e isolamento, funcionam como um tipo de "Para-Raios", atraindo para si, toda (ou quase) a carga negativa ou estranha ao médium, isolando-o até certo ponto. No entanto, as guias irão permanecer "carregadas" , até serem devidamente "limpas".

4. Excepcionalmente, podem ser utilizadas pelo médium, para "puxar" uma determinada vibração, de forma a lhe proporcionar alivio em seus momentos de aflição. Nestes casos, 10 a 15 minutos de uso são suficientes.

5. Em qualquer dos casos, a guia ira proporcionar uma interferência no campo magnético do médium. Dependendo da situação ou circunstância, poderá ate mesmo causar-lhe um certo desconforto aparente ou mal-estar, devido a um aceleramento de sua Faixa Vibratória.

6. A Utilização indiscriminada de guias cruzadas, ou seja, aquelas confeccionadas de forma a atrair 2 ou mais falanges ou vibrações, pode comprometer desfavoravelmente um trabalho, visto que, a vibração atuante é manipulada pelas entidades, de acordo com o objetivo a ser alcançado. O mais adequado é confeccionar guias separadas, que poderão ser utilizadas em conjunto, quando e caso, a necessidade se apresentar.

7. Mesmo durante um trabalho espiritual ou ritualístico, notadamente antes de uma incorporação, o uso indiscriminado de diversas guias ao mesmo tempo, poderá prejudicar a sintonia do médium, uma vez que, diversas falanges poderão ser atraídas ao mesmo tempo.

8. Apenas em casos muito raros e excepcionais, podem ser utilizadas em outra pessoa, como forma a favorece-la com uma vibração positiva específica (notadamente em relação a saúde), observando-se contudo o cuidado de ao retira-las, limpa-las adequadamente antes de serem reutilizadas pelo médium.

9. Pelos motivos expostos, o uso de guias pertencentes ou recebidas de outras pessoas, é uma pratica normalmente desaconselhável a um médium.

10. Como vimos, as guias são elementos ritualísticos muito sérios e como tal que devem ser respeitados e cuidados. Seu uso, deve se restringir ao trabalho espiritual, ao ambiente cerimonial (terreiro) e aos momentos de extrema necessidade por parte do médium. Utilizar a guia em ambientes ou situações dissonantes com o trabalho espiritual, ou por mera vaidade e exibicionismo, é no mínimo um desrespeito para com a vibração a qual representam.


Alguns Exemplos de Guias:

GuiaOgumGuiaIemanjaGuiaExu

Guia de Ogum Guia de Yemanjá Guia de Exú

GuiaOxalaGuiaXangoguias

Guia de Oxalá Guia de Xango Guias Diversas.

NO ALTO CANDOMBLÉ os colares de contas aparecem como objetos de identificação dos fiéis aos deuses e o seu recebimento, como momento importante nessa vinculação. De acordo com o mito, a montagem, a lavagem e a entrega do fio-de-conta constitui num momento fundamental no ritual de iniciação dos filhos-de-santo, os quais, daí em diante, além de unidos, estão protegidos pelos orixás.
Feitos com contas de diferentes materiais e cores, esses fios apresentam uma grande diversidade e podem ser agrupados por tipologias de acordo com os usos e significados que têm no culto. Assim, acompanham e marcam a vida espiritual do fiel, desde os primeiros instantes da sua iniciação até às suas cerimônias fúnebres.
Como nos momentos da montagem e do recebimento, também o instante da ruptura é significativo; entretanto, o rompimento do fio-de-conta, mais do que indicar um mau presságio, que assusta e preocupa o indivíduo e a comunidade, pode ser o início de um novo ciclo, um recomeço, um momento de mudança que pede um novo fio.
Dos primeiros fios – simples, ascéticos e rigorosos – às contas mais livres, exuberantes, complexas e personalizadas que a pessoa vai produzindo ou ganhando ao longo do tempo, delineia-se o caminho de cada um na sua vinculação aos orixás e à comunidade do terreiro. Desta maneira, mais do que a libertação do gosto particular, as transformações nos colares revelam o conhecimento adquirido pela pessoa e sua ascensão na hierarquia religiosa.
De tal modo que, um leigo pode passar despercebido por um fio-de-conta ou vê-lo apenas como um adorno, enquanto um iniciado na cultura do ALTO CANDOMBLÉ o tomará como um objeto pleno de significados, que pode ser “lido” e no qual é possível identificar a raiz, o orixá da cabeça e o tempo de iniciação, entre outros dados da vida espiritual de quem o usa.
Pode ser chamado fio-de-conta desde aquele de um fio único de missangas até um colar com vários fios presos por uma ou várias firmas. A quantidade de fios pode variar de uma nação para outra na correspondência de cargos.
Na hierarquia do ALTO CANDOMBLÉ da Nação Ketu toda pessoa que entra para a religião será um Abiã e assim permanecerá até que se inicie. Ao Abiã só é permitido o uso de dois fios-de-conta. Um simples de um fio só na cor branco leitoso que corresponde a Oxalá, de acordo com a nação e um na cor do Orixá da pessoa (a GUIA) , quando já tenha sido identificado; desta forma pode-se saber que a pessoa é um Abiã e qual é o seu Orixá.
Toda vez que você coloca a sua GUIA no pescoço, é como se o seu ORIXÁ estivesse te abraçando, te protegendo e te dizendo “eu estou aqui, a seu lado, sou seu pai e nada de ruim que eu puder evitar, irá te acontecer”. Daí o respeito que toda pessoa que recebe a sua GUIA deve ter para com ela.
3676569311_70d0aee9e3_o

topo

Linhas de umbanda:

UMBANDA

AS LINHAS DE UMBANDA

1ª. LINHA: OGUM

Como já vimos, Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.

1. Falange de Ogum Beira-Mar

Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas.

Aceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e azul-clara.

2. Falange de Ogum Rompe-Mato

Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Ode) e Ossãe, nas matas.

Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.

3. Falange de Ogum Megê

É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).

4. Falange de Ogum Naruê

Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”.

Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe.

5. Falange de Ogum Matinata

Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha directamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca.

6. Falange de Ogum Iara

Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.

7. Falange de Ogum Delê (ou de Lei)

“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.

Oferendas: todas as falanges citadas recebem velas nas cores indicadas, cravos vermelhos (alguns aceitam cravo branco também), cerveja branca, ou, menos comum, vinhos, charutos e fósforos, sobre um pano branco.

Ervas: as mais comuns são espada-de-são-jorge, losna, jurubeba, comigo-ninguém-pode, romã.

2ª. LINHA: XANGÔ

1. Falange de Xangô Caô

Dominam a sabedoria adquirida com o tempo, atuando nas pedreiras abertas. Sua cor é o marrom-escuro. É conhecido também como Xangô Velho.

2. Falange de Xangô Alafim (ou Alafim-Echê)

Seu nome vem do título dado ao rei de Oyó, na África. Defendem a pureza moral, atuando nas pedras solitárias dos caminhos. Suas cores são marrom e branca.

3. Falange de Xangô Alufã

O Xangô “Sacerdote”, determina as diretrizes dos desencarnados, atuando nas pedras dos rios, mares, cachoeiras e todas as águas, daí ser o protetor dos pescadores. Suas velas são o marrom e o branco.

4. Falange de Xangô Agodô

Seu nome significa “Grandeza”, atuando nas pedras mergulhadas nas águas de toda a espécie, inclusive nas “pedras iniciáticas e na pedra batismal”.

5. Falange de Xangô Abomi (ou Abomim)

“Aquele que derrama água de uma vasilha” ou “Aquele que Batiza”, muitas vezes é sincretizado com São João Batista, talvez devido ao seu nome. Trabalha nas montanhas, nas cordilheiras, protegendo nos momentos de angústia, nas horas de aflições e perdas, inclusive no casamento. Sua cor é o marrom e, nos casos de amor, oferece-se junto uma vela para Iemanjá.

6. Falange de Xangô Aganjú

É um Xangô jovem, vibrando nas linhas de Xangô e Oxum, trabalhando nas pedras da cachoeira. Traz harmonia entre as forças de amor e justiça. Suas cores são o branco e o marrom.

7. Falange de Xangô Djacutá

Seu nome significa “pedra”, dominando a força de Xangô no meteorito e nos raios, sendo muito invocado nas injustiças que conduzem a aflições, defendendo as vítimas desses abusos.

Suas cores são o branco e o marrom.

Oferendas: Além das já citadas anteriormente, dedicadas ao Orixá, basicamente consistem de velas, nas cores indicadas, charutos, fósforos, cerveja preta, rosas ou lírios brancos.

Ervas: folhas de eucalipto, manga, goiaba, camaná, alecrim e limão.

3ª. LINHA: OXÓSSI

Toda a parte doutrinária e evangélica, com fins de trazer fé às almas desgarradas no mal, interferindo nos males psíquicos e físicos, pertencem a essa falange. Daí, por trazer as almas ao caminho do bem, Oxóssi é chamado de caçador de almas. Rege também a disciplina e obediência.

1. Falange dos Caboclos Peles-Vermelhas

Excelentes doutrinadores, com grande sabedoria, pertencem a antigas civilizações indígenas (maias, astecas, incas, etc).

Falam estranhos “dialetos” quando “descem”. Nessa falange, entre os itens básicos que citaremos adiante, entram incenso queimado, folhas de alecrim e alfazema frescas.

2. Falange do Caboclo Araribóia

Como Oxóssi é caçador, é ele que coordena, na vida material, o trabalho, com o objetivo de trazer recursos à mesa. Por isso, essa falange se dedica a proteger aos injustiçados no seu direito de sustento e sobrevivência de suas famílias, vibrando nas matas das montanhas. Gostam de flores variadas.

3. Falange da Cabocla Jurema

Formada por entidades meigas, amorosas, traz os recursos da Natureza e os transformam em energias vitais próprias a serem utilizadas em purificação de locais, pessoas e na medicina espiritual, aos serviços de Oxóssi e Ossãe. Gostam de muito mel nas oferendas, fitas coloridas, menos o preto.

4. Falange dos Caboclos Guaranis

São guerreiros. Defendem as matas, junto a Ogum Rompe-Mato. Onde os guaranis estão, impõe a paz, daí serem chamados de “Falange da Paz”. Nunca recebem mel em suas oferendas.

5. Falange dos Caboclos Tamoios

Humildes e pacientes, são eles os conhecidos “domadores de feiticeiros” ou “bumba na calunga”, vencendo a feitiçaria.

Trazem as almas ao bem, daí serem os “caçadores de almas”, na atribuição legítima das falanges de Oxóssi. A ela pertencem Muiraquitã e Grajaúna. Apreciam folhas de arruda em suas oferendas, guiné, rosas de qualquer cor e muito mel.

6. Falange dos Caboclos Tupis

São os conhecidos Tatauys, conhecidos por serem muito ágeis, bons caçadores, muito brincalhões. Apreciam sucos de frutas, mel e rosas de qualquer cor.

7. Falange do Caboclo Urubatã

São os mais velhos, sábios e conhecedores da mata. Há poucos médiuns que os incorporam. Trabalham nas colinas floridas, pois se ligam à vibração de Oxalá. Nas suas oferendas vão muito mel e flores brancas. Sua vela inclui a cor branca, sendo a única falange que recebe outra cor, além do verde.

4ª LINHA: IEMANJÁ

Nessa falange, na Umbanda, trabalham todas as Iabás (Senhoras dos Rios), agrupadas com os nomes de janaínas, caboclas ou sereias. Sua missão é trabalhar diretamente com a força emotiva por meio dos sentimentos de maternidade, misericórdia e amor.

1. Falange da Sereia do Mar

Entidades que assumem formas encantadas, residindo em todo o elemento água. Possuem total domínio sobre as energias desse meio. Aceitam as tradicionais oferendas a Iemanjá, entregues para serem levadas ao fundo dos mares, lagos ou rios.

2. Falange da Cabocla Iara

Dominam a força nascida do encontro das águas doces e salgadas, muito ligadas ao Orixá Ogum. É também o nome das entidades chefes da falange conhecidas como Caboclas do Rio. São alegres e juvenis. Sua vela será azul clara e uma verde, vermelha e branca, para Ogum.

3. Falange da Cabocla Nana

A Cabocla Nana Burucum é chefe da falange das Ondinas. Suas entidades trabalham na beira das fontes e trazem uma vibração capaz de proporcionar paz e compreensão nos lares.

Protegem as actividades ligadas ao ensino, como o magistério. Sua vela será clara e lilás, ao Orixá Nana.

4. Falange da Cabocla Iansã

A Cabocla Iansã representa o Orixá com o mesmo nome, junto à Iemanjá. Trabalha sob os fortes temporais e chuvas, forças essas capazes de proporcionar grande resistência nas dificuldades da vida. Aceitam velas azuis-claras e vermelha e branca ao Orixá Iansã. Podendo ser entregues junto às oferendas de Xangô nos bambuzais ou na beira de cachoeiras, longe da queda d’água.

5. Falange da Cabocla Oxum

As energias do amor puro e da luz que irradia sobre as cachoeiras são a matéria-prima para suas atividades, ligadas à Iemanjá. Através de sua falange, os fluidos benfeitores são trazidos através das “águas espirituais”, ou seja, o prana ou fluido cósmico universal. Sua vela será azul-clara e amarela, dedicada ao Orixá Oxum.

6. Falange da Cabocla Indaiá

Sua falange é das Caboclas do Mar, ligadas a Yori, ou seja, a Falange de Cosme e Damião. Absorvem energias de vários elementos e transmutam na energia alegre e vibrante das crianças. Suas velas serão azuis-claras e rosas.

7. Falange da Cabocla ou Sereia Janaína

Estão sob sua guarda a força do amor conjugal e da procriação.

Ligam-se muito ao Orixá Oxalá. Suas velas serão azuis claras e brancas.

Oferendas: basicamente, todas as falanges de Iemanjá aceitam sobre pano branco e azul-claro, fitas azuis, espelhos, pentes, perfumes de seiva de alfazema ou seiva de rosas, flores brancas ou azuis, rosas, lírios, mel, guaranás ou bebidas doces e delicadas. A Falange da Cabocla Iansã recebe cerveja preta como bebida. Observa-se que as cores das velas e algumas observações

variam da bibliografia, com fins de uniformizar com as cores utilizadas na Umbanda, e não no Candomblé.

Ervas: lágrimas-de-nossa-senhora, camomila, espada-de-iansã, folhas de bambu e qualquer planta aquática.

5ª. LINHA: YORI

Yori quer dizer “Vitalidade saindo da luz”. É formada pelas entidades que, por opção, quiseram manter a forma infantil, algumas já em preparo para uma reencarnação próxima. Onde for necessária uma vibração dirigida à alegria, à fraternidade e à comunhão, lá estará a Linha de Yori que, por essa bela qualidade, domina as energias mais sublimes do plano espiritual.

Uma criança brincando, em um trabalho, não é uma atividade infrutífera, como pensam alguns. É uma entidade que sabe perfeitamente o que está fazendo, com o objetivo de descarrego de tudo o que está em volta.

1. Falange de Tupanzinho (Idolu ou Idossu)

São entidades que vibram na Linha de Oxóssi, protegendo os lenhadores e animais. Gostam, nas oferendas, de apetrechos indígenas bem enfeitados, fitas verdes e vela rosa.

2. Falange de Doum

São entidades que nasceram no período do cativeiro como Doum, eram filhos de mãe indígena e pai africano. Auxiliam os tratamentos médicos, protegendo os profissionais da saúde e os enfermos, proporcionando mais integração entre ambos. Cruzam-se com a Linha de Yorimá (dos Pretos-Velhos) e aceitam suas oferendas em jardins e praças.

3. Falange de Alabá

Cruzam-se com Ogum, Oxumarê e Iemanjá. Da vibração dos três Orixás, recebem condição de trabalhar com os militares, dando coragem e piedade aos que usam farda. Suas oferendas são

próximas a cachoeiras, pois as cores do arco-íris atraem muito essa falange.

4. Falange de Dansu

Espalham-se nos dias de tormenta, com fins de proteger adultos e crianças nesses dias, trabalhando também para Xangô. Gostam de fitas marrons e até seixos rolados em suas bandejas, entregues nas pedras de cachoeiras.

5. Falange de Sansu

Legião de entidades que se apresentam como meninas, distribuidoras de ternura, vinda de Deus. Trabalham cruzadas com Iemanjá. Devem ser entregues a elas: conchinhas e estrelas-do-mar, na beira da praia, junto com os outros itens da oferenda.

6. Falange de Damião

Cruzam-se com Cosme e Doum, cuidando das crianças do espaço, ou seja, das entidades recém-desencarnadas ainda crianças, de grande poder de cura. Vibram, de preferência, nas praias e jardins, seu lugar para a entrega de oferendas.

7. Falange de Cosme

São eles que detêm a responsabilidade da guarda das crianças recém-desencarnadas na Linha de Oxalá. Com o qual cruzam.

Alimentam-nas com fluidos delicados, chamados de “mel”, ou, talvez, os fluidos extraídos desse alimento.

Oferendas: Apesar de diferentes, as falanges de Yori incluem, em suas oferendas, muito mel, doces em geral, balas, pirulitos, brinquedos, fitas na cor rosa e nas cores com os quais cada falange se cruza, velas na cor rosa, guaranás, flores brancas e gostam muito de bicos (chupetas) azuis ou rosas, de acordo com a falange ou entidade reverenciada (se meninas ou meninas, ou ambos).

Ervas: folhas de manjericão, amoreira, alfazema, alecrim, trevo.

6ª. LINHA: YORIMÁ

Seu nome significa a lei na aplicação da vitalidade saindo da luz. É a linha do aprendizado a duros custos, da compreensão das aflições, valorizando as lições da vida. É a prática da caridade teórica, da humildade adquirida sob as mais cruéis provações. São aqueles que ensinam que, mesmo mergulhados no erro, ainda há esperanças. São os Pretos-Velhos.

1. Falange do Povo da Costa (Rei Cambinda)

Cruzam-se com Iemanjá e ensinam que, através da resignação das provas, haverá o resgate das dívidas do passado. Consolam e auxiliam os sofredores, com muito amor. Suas oferendas são entregues nas praias.

2. Falange do Povo de Congo (Rei Congo)

Com Yori conseguem a energia pura e infantil dessa falange que, transformada, vence a dor e traz a alegria. Junto a sua oferenda vai uma vela rosa oferecida às crianças.

3. Falange do Povo de Angola (Pai Joaquim)

Libertam os escravos de hoje, presos aos vícios, maldades e erros, despertando-os para a vida, por meio de esclarecimentos ou ritos. Vibram nas matas e sua vela será roxa, a cor mística por excelência.

4. Falange do Povo da Guiné (Pai Guiné)

Possuem o conhecimento das calungas (grande, o mar; pequena, o cemitério), profundos conhecedores da magia e da sabedoria para a cura de todos os males. Recebem suas oferendas no cruzeiro do cemitério ou na beira do mar.

5. Falange do Povo de Moçambique (Pai Jerônimo)

Trabalham na lei do livre-arbítrio (ou da livre escolha), com fins de inspirar a libertação do indivíduo durante sua vida terrena. Vibram na mata, sobre pedras em especial, ou nos lugares abertos nesse local, próprios ao repouso e à oração.

6. Falange do Povo de Luanda (Pai José)

Combatem demandas, fazem cumprir rigorosamente os rituais e trabalham muito na caridade, sendo exigentes, mas muito bondosos. Recebem suas oferendas no cruzeiro de cemitério.

7. Falange de Bengala (Pai Tomé)

Por terem sofrido muito na Terra, compreendem as misérias humanas, trabalham na busca da paz, da fraternidade e estimulam a caridade. Vibram nas colinas abertas e floridas.

Oferendas: cada Preto-Velho tem sua oferenda e gostos. Mas todos recebem cigarros de palha, café, velas brancas e pretas (alguns, roxas), doces tradicionais tipo pés-de-moleque, rapaduras, sagu, farofa com lingüiça picada e comidas típicas do interior e da época em que viveram.

Ervas: arruda, guiné, benjoim, cipreste, folhas de café, alfavaca e vassourinha branca.

7ª. LINHA: OXALÁ

É a fusão de todas as outras. As legiões de Oxalá são a sétima e última falange de todas as Linhas já vistas anteriormente. É responsável pela integração das demais. Coordenadora, sendo a manifestação cósmica do céu, da terra, da luz e da energia, da paz e do amor. Suas falanges são:

1. Falange de Ogum Delê (Ogum)

2. Falange de Xangô Djacutá (Xangô)

3. Falange do Caboclo Urubatã (Oxóssi)

4. Falange da Cabocla Janaína (Iemanjá)

5. Falange de Cosme (Yori)

6. Falange do Povo de Bengala (Yorimá)

7. Falange dos Caboclos de Oxalá

Lembramos que os Caboclos de Oxalá dificilmente incorporam, sendo os responsáveis pela coordenação das demais falanges e da missão que cada guia-chefe assume perante a Umbanda.

Ervas: são o tapete-de-oxalá (boldo), mariô, folhas de limoeiro, manjericão, erva-cidreira, trevo e café.

(fonte:”Desvendando a Umbanda”, de Miriam de Oxalá)


iniciar parar 


Defumações.    
É importante fazer a defumação sempre em oração para manter uma boa vibração e energia, podendo também cantar, afinal quem canta os males espanta!
E para finalizar, como já disse anteriormente, na dúvida, não defume, não tome banho de ervas sem perguntar ou confirmar com um Guia Espiritual ou com sua Mãe/Pai Espiritual afinal, eles conhecem as reais necessidades e as energias propícias de seus ‘filhos’.
Bom banhos de ervas a todos, excelente defumações e maravilhosas transformações na vida de todos!
    Banho de limpeza - Guiné; Alecrim; Sal grosso.
    Banho contra magia maléfica - Manjericão; Guiné; Aroeira; Alecrim; Funcho; Malva cheirosa (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de descarrego para crianças até 14 anos - (usado também como calmante)  sete  balas de mel; Pétalas de rosas branca; Folha de tapete de Oxalá; Alevante; Melissa.
    Banho para problemas de embriaguez - Alho macho; Salsão; Arruda; Guiné; Espada de são Jorge; Fumo em rolo desfiado; Quebra tudo.
    Banho contra feitiço - Espada de são Jorge; Comigo ninguém pode; Quebra tudo; Alevante; Guiné; Arruda; Cambuí.
    Banho de proteção - Espada de são Jorge; Espada de santa Bárbara; Folha de laranjeira; Folha de limoeiro; Folha ou casca de limão galego; Folha de cidreira; Folha de cidró; Rosas brancas (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de descarga - Quebra tudo; Quebra pedra; Quebra inveja; Arruda; Guiné; Alevante; Comigo ninguém pode.
    Banho para fortificar o espírito - Folha de eucalipto do mato; Folha de eucalipto cidró do mato; Folha de erva cidreira; Folha de cidró (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho para resgatar a energia vital - Folha de cacau; Folha de fumo; Alevante; Cominho em pó; Manjerona; Manjericão.
    Banho para obter boa sorte – Cambuí; Arruda macho e fêmea; Erva de bicho; Folha de fortuna; Guiné; Alevante; Quebra tudo; Comigo ninguém pode; Funcho (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho para melhorar o clima dentro de casa - Melissa; Folha de laranjeira do céu ou da terra; Malva cheirosa; Manjericão; Funcho;  Aniz..
    Banho de Preto Velho para atrair sorte – três rodelas de charuto; Arruda (macho ou fêmea); Guiné de guampa; Pétalas de rosas brancas; Trevo; Perfume de alfazema (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de Exu (abre caminho) – Beladona; Arruda macho; Guiné de guampa; Erva pombinha; Folha de amoreira; Cambuí; Folha de marmelo.
    Banho de Pomba-gira (abre caminho) - Guiné de guampa; Arruda fêmea; Cambuí; Aniz; Pétalas de rosas vermelhas; Folha de aroeira; Alevante.
    Banho de Exu (limpeza e descarrego) - Arnica; Amendoim (folha); Couve; Carqueja; Folha de batata inglesa.
    Banho de Cosme e Damião - Laranjeira; Pétalas de rosas; Cravos; Alecrim; Tapete de Oxalá; Sete balas e mel (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de Oxóssi - Samambaia; Barba de milho; Folha de butiá; Alecrim do campo; Folha de coqueiro; Folha ou casca da manga; Folha da fortuna (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de Oxum - Jasmim; Lírio do campo ou jardim; Erva cidreira; Salsa da horta; Pétalas de rosas amarelas; Manjericão; Aguapé; Folha da fortuna (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de Iemanjá - Alecrim; Manjericão; Hortênsias; Perfume de alfazema; Jasmim; Folha de laranjeira; Aguapé; Rosas brancas (pode acrescentar mel e perfume à gosto).
    Banho de Oxalá - Copo de leite; Girassol; Cravos brancos; Tapete de Oxalá; Folha de trigo; Fortuna; Funcho; Malva cheirosa.—
-
    Defumação contra fluídos negativos - Quebra-tudo; Guiné-caboclo; Espada de Santa Bárbara; Pitangueira; Folha de marmelo; Alevante; Folha de Cambuí.
    Defumação para atrair sorte - Casca de laranja seca ralada; Casca de limão galego seco ralado; Casca de pêssego seca; Casca de maçã seca; Canela em pó ou casca; Cravo da índia; Semente de girassol.
    Defumação para limpeza - Café em pó; Casca de coco ralado; Amoreira; Palha de alho; Pimenta da costa; Benjoin.
    Defumação de descarrego espiritual – Cominho em pó; Açúcar mascavo; Fumo em rolo desfiado; Mirra; Incenso; Alecrim; Arruda (macho ou fêmea).
    Defumação para dinheiro - Gengibre ralado; Açúcar mascavo; Breu; Semente de girassol; Noz-moscada; Pão amanhecido ralado; Louro; Pitangueira; Canela em pó; Cravo da índia.
    Defumação para afastar espíritos de dentro de casa – Benjoin; Incenso; Mirra; Casca de alho (ou palha); Café em pó virgem; Alecrim; Pitangueira; Folha de marmelo.
    Defumação para progredir na vida - Louro; Cominho em pó; Noz-moscada; Arroz com casca; Aniz; Malva cheirosa; Manjericão; Incenso.
    Defumação para uso em estabelecimento comercial - Gengibre ralado; Cravo da Índia; Semente de girassol; Louro; Açúcar mascavo; Noz moscada ralada; Canela em pó; Breu.
    Defumação Oxóssi - Folha de aipim; Folha de coqueiro; Folha de butiazeiro; Folha de caraguatá; Eucalipto; Folha de laranjeira.
    Defumação Oxum - Alecrim; Alfazema; Jasmim; Sândalo; Folha de arroz; Funcho; Folha de bergamota; Folha de tomateiro; Hortelã; Verbena.
    Defumação de Iemanjá - Hortênsias; Malva cheirosa; Fortuna; Alfazema; Violeta; Verbena; Aniz; Manjericão.
    Defumação de Oxalá - Alecrim; Jasmim; Arnica; Copo de leite; Folha de trigo; Cidreira; Cidró; Funcho.
    Defumação de Pretos Velhos - Guiné de guampa; Barba de milho; Fumo de rolo desfiado; Arruda (macho ou fêmea); Cana de açúcar ou bagaço; Café em pó.

veja mais clique nas imagens abaixo:
Combatendo a Inveja                    Oferenda de Santo                           defumações
     

















"Bão dia fios.
Negu véio vê us terreru como a senzala antigamenti, num tem diferença, é sempri um ispaçu simpres, cum fios nas forma amis simpres, sem adornu ninghum, as vezis maió ou menó, é um ispacinhu pra curtuá u amô Maió du Pai Benditu, i praticá a caridadi tneri us irmão qui procisá.
Um ispaçu humirde qui num raras veiz é atacado sem revidá, sufrenu im silênciu as bendita dor dus bem aventuradu qui são perseguidu, qui chora i qui clama por um mundo di mais amô i respeitu
Negu vê poca coisa materiá, mais muita coisa isprituá, negu vê fios sufrenu, cum coração duenu, mais colocanu a si mesmu nus bolsu da ropa i si doando di corpo i alma prus irmão qui chega pricisanu di amparu i di acolimentu.
Num foi, nim nunca será fáci vive pur amô i caridadi fios, negu qui pricurô vivê na servidão i nu perdão tumem incontrô dificurdadi, tantu dus otro, quantu do negu memu, com as má inclinação qui ieu tinha, cum meus defeitu, cum minhas ingnorânia, cum minhar dor tumem, mais dia póis dia negu foi inu, até qui cunsiguiu cum u abandonu du corpo, incontra um triunfo sobri as mardadi du mundo i du negu memu.
Terreru é senzala tumem fios, é ingrejinha, é templu, é misquita, casa di caridadi, i tudo mais qui sunceis podi imagina, terreru tumem é fio di fé qui trabaia e si doa sem glória própria ninhuma, si doa sendu invisive pru próximu.
Negu dá um bejinho cum muito amô i carinho im tudos fios."

Pai João das Almas






Natal de Preto Velho na Senzala

Enquanto agente ficava nas acomodações das festividades arrumando tudo para a festa dos Senhores que se reuniam e seus entes queridos boa parte de nossos irmãos estavam doentes, machucados e passando fome na Senzala no dia 25 de Dezembro.
Preto Velho pergunta a Sinhá:
- Minha Sinhá, descurpa perguntá mas que significa natal pra ocêis?
Sinhá disse:
- Preto realmente é ignorante e sem alma. Natal é Nascimento de Jesus o próprio amor vivo em nossos corações.
Preto Velho respondeu:
- Se é amor num carece de por amor soltar nóis da Senzala para os cafezais pra sentir a brisa do vento?
Sinhá sentiu naquele instante por ele e disse:
- Sim Preto. Vocês poderão ir para o plantio de café porém com os Capitões olhando se iram fugir.
Ele disse:
- Sim sinhá, Nego veio vai pedir que irmãos se comportem e bom Natal a ocêis.

Pai Tomé







Peço a Exú que proteja das ciladas e mantenha os caminhos do amor e os caminhos profissionais abertos durante todo o ano, Larôiê Exú!

Peço a Ogum que proteja em todas as batalhas cotidianas e feche meu corpo contra armas de fogo ou qualquer mal que possa me atingir, Ogunhê!

Peço a Oxóssi que proteja minha família e meus entes queridos, que não falte a ninguém o sagrado alimento de cada dia deste ano, dai-nos força Oxóssi, Okê Arô!

Peço a Xangô que proteja com seu machado duplo e faça justiça em todos os caminhos que eu trilhar, Kawô Kabiesilê!

Peço a Obaluaiê saúde e força para suportar as adversidades e vencer qualquer doença que se abater sobre mim, Atotô!

Peço a Oxumarê o poder de transcender, de olhar além de todas as dificuldades e encontrar um belo arco-íris conduzindo meus caminhos para as riquezas materiais, assim como as riquezas espirituais, Arroboboi!

Peço a Ossaim que proteja os animais que estão sob seus cuidados; dê a eles as bençãos que nossos inocentes irmãos necessitam, Ewê ô!

Peço a Iansã que conduza-nos sempre no caminho da evolução espiritual e proteja-nos do fogo e dos acidentes relacionados a ele, proteja-nos dos raios e das tempestades de nossa vida cotidiana, Epahei Oyá!

Peço a Oxum que guie-nos pelo caminho intuitivo que nossa mãe tão bem conhece e traga-nos o encanto e a docilidade; traga o mel para adoçar nossas amarguras e nossa vida mamãe Oxum! Ora yê yê ô!






Tem dias, as vezes períodos de tempo maiores em que as coisas realmente não vão pra frente, e tudo dá a entender que vai piorar.
Não se deixe contaminar por essas impressões e não crie expectativas sobre o que pode ou não acontecer, e independente do que aconteça não se lastime porque todo mundo faz isso embora todo mundo saiba que se lastimar não vai levar a nada, mas é uma mania comum.
Caminhe sem dar ouvidos e atenção a aparência superficial das coisas, pois não sabemos, nem temos a menos noção de toda engenharia que ocorre por traz e tudo e como somos imensamente abençoados por isso sem perceber.
Mude seus hábitos, seus pensamentos, mude sua visão das coisas e esforce-se por trabalhar isso dentro de você.
O ser humano é um ser a a ser trabalhado e aperfeiçoado.
Pense nisso









Quem Somos
Orações diversas
Orações em vídeos
Lavagem do Bonfim
Ervas dos Orixás.
Dicas de Banho de descarrego
Oferendas a Xangô
Pontos riscados
Guias e seus trabalhos
A força da pomba-gira.
Oferendas de Caboclo.
Buscando o meu Orixá.
Artigos de Umbanda.
Farofas de Seu Zé.
Benzimento.
Dicionário da Umbanda.
Jogo de Búzios.
Baralho Cigano.
Mensagens de Fé e Otimismo.
Religiões, linhas Sagradas
Assistência
Amaci.
Banhos Ciganos
Padê de exu
Oferendas
Oração de Caboclos
Quedas e Fracassos de um médium.
Preto-velho.
Pontos Mp3 Guias
Mensagem de Preto-velho
Livro de Visitas
Homenagem a Ogum
Histórias de Oxumarê.
Histórias de Ewá.
Histórias de Oxossi
Histórias de Exú
Lendas de Yansã
Lendas de Exu.
Orixá Tempo.
Lendas de Xangô.
Lendas de Ibeji
Ogum Xoroquê
Pai joaquim de angola

Baianos no terreiro.
Vestes na Umbanda
Ossaim
Maria Mulambo
Simpatias Ciganas
Amuletos & talismãs.
Dividindo com você.
Preces e orações de Preto-velhos.
Incensos.
Umbanda não faz milagre. Faz caridade
Salmos
Pontos Cantados
Pedir não é cobrar.
ATUAÇÃO dos preto-velhos.
Oferendas de Oxum.
Oferendas de yemanjá.
ORIXÁS
lendas de Nanã Buruke
Textos de Auto ajuda
Textos de Umbanda
Bezerra de Menezes
Zé Pilintra
Logun Edé
Pontos Cantados II
Pomba Giras
Exu
PRETO VELHO
Caboclos.


r11





Ao mestre com carinho

Oração a Pai João de Angola

Ogum

Oxum

Yansã

oracões

Xangô

Yemanjá

Oxossi

Oxalá

Oxumarê

Preto-velhos

Caboclos

Boaideiros na Umbanda

Baianos na Umbanda

Marinheiros

Pomba Gira

Maria Padilha

Oração de exu

Banhos de descarregos

Pontos Riscados de Exu

História de Rei Congo

Maria Redonda

Pontos Cantados diversos

Pontos Cantados Orixás

Galeria de Videos

Mensagem do Sr. Zé Pilintra

Pai José da Guiné

Exu Capa Preta

Exu 7 encruzilhadas

Exu Morcego

Mensagem de Pai joão de Angola

Histórias de Vovó Luiza

Atribuição dos Preto-velhos

Ogum Rompe Mato

Ogum Yara

A história de vovó Benedito

Oferenda de Oxum

Oferenda a Xangô

Oferenda de Ogum

Oferenda de oxossi

A Mediunidade, os orixás e os caboclos

Orações Diversas

Os filhos de Omulu

Mensagens de Natal

Porque os exus riem

Cigano Pablo

Cigana Esmeralda

Mensagem de Ogum

Altar virtual

Altar Virtual dos Orixás

Altar dos Preto-velhos

Altar de Nossa Senhora

Altar de ogum

Altar de Oxum

Altar de Exu

Videos de preto-velhos

Descubra o seu Orixá

Livro de Visitas

Livro de Visitas 2

10 erros cometidos por médiuns

A tristeza dos Orixás

Altar na umbanda

Amor palavra de ordem na gira

As falanges de trabalhos na umbanda

Assistência

Atitudes interiores

Bandeira branca de Oxalá

Cantos e palmas num terreiro

Como acontece a gira

Como ler ouvir observar e saber se aquilo é certo

Conduta Moral

Conduta no terreiro de umbanda

Conflitos

Conflitos Familiares

Cores e a umbanda

Cumprimentos e posturas

De olho Fechados

Deus não te Fez para sofrer

Deus salve a Umbanda

O dia de Finados na Umbanda

ELEMENTOS DO TERREIRO DA UMBANDA

Entendendo a inveja

ESPIRITUALIDADE E CONSCIÊNCIA

Expressões usadas na Umbanda

Exu não é fofoqueiro

Exu não é o diabo

Falta de doutrina e comprometimento

Faz caridade fio

Faz o bem sem ver a quem

Fumos e Bebidas

Fundamentação doutrinátoria

Guias e Colares

Hierarquia na Casa de Umbanda.

Humildade

Jogaram uma carga pesada pra cima de mim

Linha de Esquerda: "Exu e ´Pomba-Gira"

Mediunidade na Umbanda

Mediunidade, um passo de cada vez

Mensagem de Caboclo 7 Flexas

MIRONGA DE PRETO VELHO

NÃO ABANDONES O TEU POSTO DE SERVIÇO

Normas dos terreiros

Nossos Umbigos

O maior inimigo da Umbanda

O pequeno universo do umbandista

O Perdão Não tem Contra-indicação

O templo que vos acolhe

OBRIGAÇÕES NA UMBANDA

Obrigado, vovô

Oração do umbandista

Orixá de Cabeça

Os Caboclos na Lição de Pai João

Os médiuns são Parceiros

Os Orixás se Manifestam em Nós e Através de Nós!

Os perigos e conseqüências da mediunidade mal orientada


Página inicial textos de Umbanda

Clique aqui.














"Que ogum te abênçoe hoje e sempre....


 
                              
          

 



Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.







  Site Map