Oferenda de Marinheiros.

                               

Os Marinheiros, grupo de Espíritos que trabalham na Umbanda em prol da caridade.
Eles conheceram muito bem o mar e a navegação, pois participaram da descoberta de novos mundos através das viagens que empreenderam que duraram anos e anos.
As Entidade de Marinheiro trabalham na Linha de Iemanjá e também de Oxum, que compõem o chamado “Povo da Água”. Seus conselhos e mensagens são sempre cheios de esperança e de fé. Costumam trabalhar em grupos. São fortes, pois enfrentaram guerras e mares agitados, mas também conheceram a calmaria e a bonança.
Dão consultas, passes e também fazem trabalhos fortes de descarrego que envolvam grandes demandas. Em algumas casas, também costumam trabalhar nas giras de desenvolvimento de Médiuns.
Quando dão consultas, essa Falange costuma ir direto ao ponto, sem rodeios, mas também sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo. Assim, conseguem atingir fundo as almas dos aflitos que costumam procura-los em busca de auxilio e de esperança.
Carregam consigo um sentimento profundo de amizade.

Nas consultas, gostam muito de ajudar àquelas pessoas que se apresentam com problemas amorosos. Seus conselhos são sempre fiéis e certeiros, têm uma grande responsabilidade e assumem o compromisso de um trabalho bem-feito.Todas as pessoas tem uma idéia muitas vezes distorcida desta linha de trabalho.


Os marinheiros são em sua grande maioria espíritos que militam a umbanda para dar sustento no campo da diluição de cargas trevosas, outros atuam como elementos de sustentação de trabalhos voltados a curas, atraindo os poderes elementais dos quais estes espíritos de alto grau espiritual, trazem consigo.

Na realidade estes abnegados servidores da lei são verdadeiros “magos que atuam nos mistérios aquáticos” e com uma forma de atuação única dentro dos domínios da umbanda.

Como magos, trazem para nós, a possibilidade de nos libertar-mos de nossos entraves, com uma forma bem simpática lidam com os consulentes de forma extrovertida, deixando o assistido muito avontade com trejeitos peculiares desta linha maravilhosa da umbanda.

Muito diferente do que imaginamos, estes irmãos do astral não são e não estão embriagados, como muitos se mostram, na realidade sua forma de balanço é uma maneira de liberar suas ondas energéticas se utilizando do próprio médium.

A Linha de Trabalho Marinheiros foi aberta para acolher aqueles que viveram no litoral ou em contato com a água, entram nesta classe os marinheiros propriamente, os ribeirinhos, canoeiros etc. Todo aquele que viveu e cultuou a água.

Na prática trazem uma forte vibração da energia aquática que em contato com as forças nocivas dilui e purifica pessoas e ambientes. Gostam de prosear e trocando experiências orientam os aflitos.

Vivem “no fundo do mar”, em uma dimensão aquática, por isso quando manifestados em solo seco ficam a bambear, pois para eles terra firme os tonteia e a água os deixa firme.
                                           

                                                             

Oferenda aos Marinheiros

• Toalha ou pano branco; • velas branca e azul cla­ro; • fitas branca e azul claro; • linhas branca e azul cla­ro; • pembas branca e azul claro; • flores (cravos bran­cos, palmas brancas); • frutas (várias); • comidas (peixes assados, peixes fritos, peixes cozidos, cama­rões, farofa com carne); • bebidas (rum, aguardente);


                                                                      


Oferenda aos Marinheiros


Material:
1 alguidar
3 maças
3 peras
3 laranjas lima
7 velas azuis
1 pedaço de corda
1 boné de marinheiro
1 peixe assado
7 cigarros
1 copo de papel
1 garrafa de rum
7 moedas douradas (lavadas e secas)

Modo de preparo:
Na beira do mar, colocar o alguidar de modo que a água o toque levemente. Cortar as frutas em 4 pedaços e passá-las simbolicamente pelo seu corpo de baixo para cima pedindo o que deseja aos marinheiros (ou ao marinheiro de sua preferência). Coloque as frutas no alguidar com o peixe por cima. Enfeite com as moedas e acenda os cigarros dando três baforadas em cada um fazendo seus pedidos. Coloque-os no alguidar e acenda as velas em volta. Encha o copo com o rum e despeje o restante por cima do alguidar e em volta coloque o boné em cima do alguidar junto com a corda. Saude os marinheiros e a Iemanjá 7 vezes fazendo seus pedidos e orações.


Obs.: não jogue a garrafa no mar, traga-a de volta e jogue no lixo.

                             

Oferenda aos marinheiros

Material
1 alguidar
7 sardinhas (limpas e fritas)
1 cebola
1 tomate maduro
7 moedas (lavadas e secas)
1 melão
1 cacho de uvas
1 laranja lima
1 broche em formato de ancora
1 boné de marinheiro
1 pedaço de corda
1 copo de papel
1 lata de cerveja
7 cigarros
7 velas brancas
Flores brancas


Modo de preparo:
Corte o melão em 7 partes, retirando as sementes e coloque no centro do alguidar. Coloque o cacho de uva sobre as fatias de melão junto com a laranja cortada em 7 rodelas. Coloque as sardinhas fritas em volta colocando sobre cada sardinha uma rodela de tomate e de cebola. Passe as moedas simbolicamente pelo corpo de baixo para cima fazendo seus pedidos e coloque no alguidar. Coloque por cima de tudo a corda, o boné e o broche. Por fora, enfeite com as flores, acendendo as velas em círculo. Encha o copo com a cerveja jogando o resto em volta. Acenda os cigarros dando três baforadas em cada um fazendo seus pedidos. Encaixe-os no alguidar. Saude os marinheiros e Iemanjá 7 vezes fazendo seus pedidos e orações. Traga a lata de cerveja vazia e jogue no lixo.




           

Mitos:
Uma pena os barqueiros, marujos, pescadores, marinheiros ainda serem confundidos com bêbados. Uma apologia as bebidas lamentável. Marinheiro balança porque tem gingado com as dificuldades da vida, porque enfrenta as ondas pra levar nossos carregos pro fundo do mar.
 
Salve a Linha das Águas, salve Nanã, Ewa, Iansã, Oxum, Iemanjá, Logum-Edé, Oxumaré.

NOTAS:


Os marinheiros permitem aos médiuns a desenvolverem o equilíbrio emocional, entrar em contato com as emoções mais intimas desbloqueando e liberando os excessos, os vícios. Desenvolvendo no médium a capacidade de sentir as dores dos outros e com isso aprimorando as relações com o seu irmão.

 
                       
                  " Ame o que você tem, Antes que a vida lhe ensine a sentir falta do que Você tinha."

                                  
                                                Uma linda Mensagem pra Você.

Um abraço fraterno.
Beto de Ogum.

 Atabaques.
















 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

A história do atabaque
Em nossas giras de Umbanda, é muito comum se ter presente o ataba­que, um instrumento lendário e de origem afro. Esse instrumento dá ritmo e axé aos cultos, possibilitando uma melhor incorporação e dando maior energia aos trabalhos.
O atabaque é um instrumento Sagrado, Consagrado e Firmado por Ori­­xás e Guias e tem uma força pode­rosa, que em uma gira faz toda a di­ferença. Para aprendermos um pouco mais sobre o atabaque e seus funda­mentos trago algumas informações interessantes sobre o mesmo, relacio­nado aos cultos afro religiosos, dentre eles, Umbanda e Candomblé.
Segundo a Wikipédia, “O Atabaque de Origem Africana, hoje muito utili­zado nos cultos aos orixás, de reli­giõ­es também de origem afro, “E na verdade o caminho e a ligação en­tre o homem e seus orixás, os to­ques são o código de acesso e a chave para o mundo espiritual “( Romário Itararé há 35 anos toca atabaques e instru­mentos de percussão)
Há três tipos de atabaque: Rum, Rum­pi e o Lê. O Rum é o atabaque maior, o Rumpi seria o segundo ataba­que maior, tendo como importância responder ao atabaque Rum, e o Lê seria o terceiro atabaque onde fica o Ogã que está iniciando ou aprendiz que acompanha o Rumpi. O Rum também é usado para dobrar ou repicar o toque para que não fique um toque repetitivo. Importante saber que cada atabaque tem suas obrigações a serem feitas, pois o atabaque praticamente representa um Orixá.
Existem vários tipos de toques, Angola que se toca com mão e Ketu que se toca com a varinha. Na Angola existem vários tipos de toques, onde cada toque é destinado a um Orixá, por exemplo, Congo de Ouro, Angolão que seria desti­nado a Oxossi, Ygexá que seria destinado a Oxum, etc. O mesmo acontece com Ketu, que se toca com varinha de goiabeira ou bambu, chamada aguidani.
O couro também mere­ce cuidados, como passar dendê e deixar no sol para que ele, o couro, fique mais esticado e possa produzir um som melhor.
Um Ogã seria como um Tatá da Casa e na maioria das vezes seu conhecimento é quase superior a um Zelador de Santo. Para ser um Ogã não basta saber tocar, e sim, saber o fundamento da Casa, sali­entando que saber o canto na hora certa, é de gran­de importância para um Terrei­ro.
Existem também outros tipos de componentes que se usam junto com os ataba­ques, como por exemplo, o agogô, chocalho, triângulo, pandeiro, etc. Existe também o Abatá, que seria um tambor, com os dois lados com couro, que se usa muito no Rio Grande do Sul e na nação Tambor de Mina.
Os tambores coa apa­recer nas escavações arqueológicas do período neolítico.
O tambor mais antigo foi en­contrado em uma escavação de 6.000 anos A.C. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco. Es­tes troncos eram cobertos nas bor­das com peles de alguns répteis, e eram percutidos com as mãos, depois foram usadas peles mais resistentes e apareceram as primeiras baquetas. O tambor com duas peles veio mais tarde, assim como a variedade de tamanho.
De origem africana, o atabaque é usado em quase todos os rituais afro-brasileiros, típico do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos relacio­nados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa são empregados para evocar os Orixás.
Por Marcos Vinicius Caraccio
 


Berimbau-de-barriga ou urucungo. Instrumento musical dos escravos africanos por eles popularizado no Brasil.
Debret (Viagem pitoresca e histórica ao Brasil. São Paulo, 1940, I), descreve o berimbau: "Este instrumento se compõe da metade de uma cabaça aderente a um arco formado por uma varinha curva, com um fio de latão, sobre o qual se bate ligeiramente.
O instrumento é conhecido em toda a África setentrional. As caixas sonoras feitas de cabaça são, desde incalculável tempo, utilizadas na Índia, nos instrumentos sagrados bramânicos e búdicos. O povo intermediário para o negro foi o árabe, também grande conservador no gênero.
(CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro)
 
O som do Berimbau é obtido percutindo-se uma haste no arame; pode-se variar o som abafando-se o som da cabaça e (ou)encostando uma moeda de cobre no arame; complementa o instrumento o caxixi, uma cestinha de vime com sementes secas no seu interior.
O Berimbau, (...), tornou-se instrumento símbolo da Capoeira, conduzindo o jogo com o seu timbre peculiar. Os ritmos são em compasso binário e os andamentos - lento, moderado e rápido são indicados pelos toques do Berimbau. Entre os mais conhecidos estão o São Bento Grande, o São Bento Pequeno (mais rápido), Angola, Santa Maria, o toque de Cavalaria (que servia para avisar a chegada da polícia), o Amazonas e o Iuna. Numa roda de angoleiros o conjunto rítmico completo é composto por: três berimbaus (um grave - Gunga; um médio e um agudo - Viola); dois pandeiros; um reco-reco; um agogô e um atabaque. A parte musical tem ainda ladainhas que são cantadas e repetidas em coro por todos na roda. Um bom capoeirista tem obrigação de saber tocar e cantar os temas da Capoeira.
 
PONTOS CANTADOS
 Os Pontos cantados são evocações, em forma de orações ou pequenas histórias, louvando um Orixá ou contando quem é o Guia, sua forma de atuação, sua força diante das dificuldades, sua relação com os Orixás, um chamamento de um filho que procura ajuda ou proteção, entre outras colocações de festividade e manifestação de fé. Os pontos têm sua associação, digamos assim, com os mantras indianos, com os Cantos Gregorianos da Igreja Católica, ou com os Cantos de Louvor à Deus dos Protestantes.Outra função dos pontos, ao serem cantados, é fazer descarregar e fluir as emoções dos médiuns e dos que procuram ajuda na casa, em vibrações relacionadas com os Guias e Orixás, permitindo assim, um perfeito entrosamento e equilíbrio do médiuns em seu trabalho e o alcance da graça solicitada..




















































































































































































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