Um abraço Fraterno.

A gira conforme já foi explicada anteriormente se divide em 3 fases distintas:
Preparação, abertura e encerramento.
hoje iremos falar sobre os instantes finais da gira.
exatamente sobre o momento da confraternização dos médiuns.
Sob o sons dos atabaques, é entoado um ponto que considero mágico:

Ponto de Confraternização.
" Mais um abraço dado, oi de bom coração,
è mais do que uma bênção, é uma bênça é uma benção"
Repetir varias vezes.

Apartir desse ponto os médiuns passam a se abraçarem, desejando uns aos outros felicidades.
É um momento lindo, onde fica evidente que somos uma fámilia, composta de pais, mães e filhos de santo, e que estamos no terreiro unidos numa só fé num só coração, mostra que perante a Deus somos iguais que estamos ali unidos se preparando para cumprirmos nossa missão.


Esse abraço que damos e recebemos significa união, afeto carinho e respeito aos nossos irmãos.
É por isso que valorizo tanto o abraço.


Conheça alguns tipos de abraço:

"Abraço superficial..."
É aquele abraço sem graça,meio distante.
Transmite um sentimento de apreço ou de cordialidade formal.
Costuma ser bem rápido e significa quase sempre
"olá" ou "até logo".
É usual entre conhecidos, companheiros de trabalho
e em situações que exijam alguma formalidade.
O abraço superficial é confortável para pessoas tímidas.


"Abraço de urso..."
Ao contrário do abraço de urso verdadeiro,
praticado pelos animais da família Ursidae,
este não tem a intenção de sufocar ninguém. Pelo contrário.
É um abraço apertado, mas cheio de energia,
que nos envolve e pode até nos tirar o ar.
Por ser apertado, transfere uma boa dose de afeto.
Melhor ainda se tiver duração.
Se a pessoa abraçada estiver angustiada ou carente,
este abraço forte e vigoroso reconforta e renova as energias.


"Abraço Caloroso..."
Este é um abraço do fundo do coração.
É aquele abraço caloroso,que se dá
depois de uma longa ausência,
uma forma de expressar satisfação
pelo reencontro e matar saudades.
Ele tem particularidades:
ao mesmo tempo em que é firme, o abraço caloroso é leve,
mas podem ser ouvidas as batidas do coração da outra pessoa.
No abraço do fundo do coração, a troca das energias é total
e expressa sentimentos de profunda afeição.
Amigos que se encontram por acaso
podem também expressar surpresa e alegria.


"Abraço Relâmpago"
É o abraço que nasce de um impulso.
Uma pessoa corre na direção da outra,
a envolve com os braços e dá um rápido apertão
antes de soltá-lo e se afastar.
Há o abraço relâmpago em que duas pessoas
correm em direção à até se encontrarem.

"Abraço de Lado"
Um abraço desse tipo nasce quando
você está caminhando ao lado de alguém.
Se você mantém o braço em volta da cintura
ou sobre o ombro do outro,
para dar um vigoroso aperto
na outra pessoa de vez em quando.
É um contato prazeroso e alegre.

"Abraço em Grupo"
O abraço em grupo demonstra um forte senso de unidade,
coesão, confiança mútua e apoio a todos os integrantes.
É muito popular entre bons amigos que estejam compratilhando
uma atividade ou projeto em grupo,
que juntos encaram um desafio.




"Abraço Sanduíche"
Um abraço para três ou mais pessoas.
Duas ficam uma de frente para outra
quando chega um terceiro e os abraça.
A vantagem desse abraço é que quem está
no meio recebe um abraço de dupla energia.
Por isso o abraço sanduíche é recomendado
para quem esteja precisando de uma dose extra
de segurança, de carinho, de conforto.
O abraço sanduíche é muito usado entre pai,
mãe e filhos, e entre bons amigos.

"Abraço pelas Costas"
É uma agradável surpresa.
O abraço pelas costas é perfeito para surpreender
alguém, enlaçando sua cintura por trás quando a
pessoa está totalmente absorta fazendo alguma
tarefa rotineira em pé.
É um abraço sempre bem vindo, como um gesto rápido,
de brincadeira, uma demonstração de afeto.
O sentimento predominante é de felicidade e de apoio.



"Abraço Envolvente"
Comum entre casais,o abraço envolvente
lembra um abraço de urso,
com a diferença de que os corpos se tocam sem restrições.
Mas se o abraço de urso enfatiza com vigor,
a energia e o aperto, o abraço envolvente
dura mais tempo e é muito sensual,
ao permitir um pleno contato físico.



"Abraço Cauteloso"
Muito comum entre homens e mulheres
que não são namorados nem formam um par.
Nesse abraço os dois mostram afeto, mas sem que o outro
possa suspeitar de alguma segunda intenção sensual.
Por esse componente de distanciamento,
é o oposto do braço envolvente
e pode ser considerado quase um abraço superficial.



"Abraço Noturno"
É um abraço familiar,que represente aconchego e intimidade.
Acontece entre casais, entre filhos e pais
e ainda entre amigos muito próximos.
É um longo abraço que transmite a sensação de bem estar
quando se está acomodado num sofá vendo um filme
ou ouvindo música com a cabeça apoiada no peito do outro.
Esse abraço traz uma gostosa sensação
de proximidade e relaxamento.
Se as coisas vão mal, ele cria uma sensação
de segurança, união, amor e calor humano.

Saiba mais sobre os beneficios do abraço
Veja o video abaixo:


Um abraço fraterno a você e toda sua fámilia,
Da fámilia Material e espiritual do Centro Pai João de Angola.

Tópico Relacionado a Umbanda.






História Orixá Yansa

Deusa da espada de fogo, Dona das paixões, Iansã é a Rainha dos raios, dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. Orixá do fogo, guerreira e poderosa. Mãe dos eguns, guia dos espíritos desencarnados, Senhora dos cemitérios.

Não é muito difícil depararmo-nos com a força da Natureza denominada Iansã (ou Oyá). Convivemos com ela, diariamente.

Iansã é o vento, a brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.

Oyá é o raio, a beleza deste fenômeno natural. É o seu poder. É a eletricidade. Iansã está presente no ato simples de acendermos uma lâmpada ou uma vela. Ela é o choque elétrico, a energia que gera o funcionamento de rádios, televisões, máquinas e outros aparelhos. Iansã é a energia viva, pulsante, vibrante.

Sentimos Iansã nos ventos fortes, nos deslocamentos dos objetos sem vida. Orixá da provocação e do ciúme.

Iansã também é a paixão. Paixão violenta, que corrói, que cria sentimentos de loucura, que cria desejo de possuir, o desejo sexual. É a volúpia, o clímax, o orgasmo do homem e da mulher. Ela é o desejo incontido, o sentimento mais forte que a razão. A frase "estou apaixonado" tem a presença e a regência de Iansã, que é o Orixá que faz nossos corações baterem com mais força e cria em nossas mentes os sentimentos mais profundos, abusados, ousados e desesperados. É o ciúmes doentio, a inveja suave, o fascínio enlouquecido. É a paixão, propriamente dita.

Iansã é a disputa pelo ser amado. É a falta de medo das conseqüências de um ato impensado, no campo amoroso. É até mesmo a vontade de trair, de amar livremente. Iansã rege o amor forte, violento.

Oyá é também a senhora dos espíritos dos mortos, dos eguns, como se diz no Candomblé. É ela que servirá de guia, ao lado de Obaluaê, para aquele espírito que se desprendeu do corpo. É ela que indicará o caminho a ser percorrido por aquela alma.

Iansã é a deusa dos cemitérios. Ela é a regente, juntamente com Omulu (ou Obaluaê), dos Campos Santos, pois comanda a falange dos eguns. Comanda também a falange dos Boiadeiros, encantados que são cultuados nas casas de Nação de Angola. Ela é sua rainha.

Como deus dos mortos, Iansã carrega consigo o eruxin, feito com rabo de cavalo, para impor respeito aos eguns, bem como a espada flamejante, que faz dela a guerreira do fogo.

É, sem dúvida, o Orixá mais popular e a mais querida no Candomblé.

Mitologia

Embora tenha sido esposa de Xangô, Iansã percorreu vários reinos e conviveu com vários reis. Foi paixão de Ogum, de Oxaguiam, de Exu, Conviveu e seduziu Oxossi, Logun-Edé e tentou, em vão, relacionar-se com Obaluaê. Sobre este assunto, a história conta que Iansã percorreu vários reinos usando sua inteligência, astúcia e sedução para aprender de tudo e conhecer igualmente a tudo.
Em Ire, terra de Ogum, foi a grande paixão do guerreiro. Aprendeu com ele o manuseio da espada e ganho deste o direito de usá-la. No auge da paixão Ogum , Iansã partiu, indo para Oxogbô, terra de Oxaguian. Conviveu e aprendeu o uso do escudo para se proteger de ataques inimigos, recebendo de Oxaguian o direito de usá-lo. Quando Oxaguian estava tomado pe paixão por Oyá, ela partiu.
Pelas estradas deparou-se com Exu. Com ele se relacionou e aprendeu os mistérios do fogo e da magia. No reino de Oxossi, seduziu o deus da caça, mesmo com os avisos de sua mulher, Oxum, que avisara ao marido do perigo dos encantos de Iansã. Todavia, com Oxossi, Oyá aprendeu a caçar, a tirar a pele do búfalo e se transformar naquele animal, com a ajuda da magia aprendida com Exu. Seduziu o jovem Logun-edé , filho de Oxossi e Oxum e com ele aprendeu a pescar.
Iansã partiu, então, para o reino de Obaluaê, pois queria descobrir seus mistérios e até mesmo conhecer seu rosto (conhecido apenas por Nanã – sua mãe – e Iemanjá, mãe de criação). Uma vez chegando ao reino de Obaluaê, Iansã tratou de insinuar-se:
- Como vai o Senhor das Chagas?
No que Obaluaê respondeu:
- O que Oyá quer em meu reino?
- Ser sua amiga, conhecer e aprender, somente isso. E para provar minha amizade, dançarei para você a dança dos ventos!
(Dança que, por sinal, Iansã usou para seduzir reis como Oxossi, Oxaguian e Ogum).
Durante horas Iansã dançou, sem emocionar ou, sequer, atrair a atenção de Obaluaê. Incapaz de seduzir Obaluaê, que jamais se relacionou com ninguém, Iansã então procurou apenas aprender, fosse o que fosse. Assim, dirigiu-se ao homem da palha;
- Obaluaê, com Ogum aprendi a usar a espada; com Oxaguian, o escudo; com Oxossi aprendi a caçar; com logun-edé a pescar; com Exu aprendi os mistérios do fogo. Falta-me apenas aprender algo contigo.
- Você quer aprender mesmo, Oyá? Então, ensinar-lhe como tratar dos mortos!
De inicio Iansã relutou, mas seu desejo de aprender foi mais forte e, com Obaluaê, aprendeu a conviver com os eguns e controlá-los.
Partiu, então Oyá, para o reino de Xangô. Lá, acreditava, teria o mais vaidoso dos reis e aprenderia a viver ricamente. Mas, ao chegar ao reino do deus do trovão, Iansã aprendeu muito mais que isso... aprendeu a amar verdadeiramente e com um paixão violenta, pois Xangô dividiu com ela os poderes do raio e deu a ela o seu coração.
O fogo é o elemento básico de Iansã. O fogo das paixões, o fogo a alegria, o fogo que queima. Iansã é o Orixá do fogo...
E aquele que dão uma conotação de vulgaridade a essa belíssima e importantíssima divindade africana, é digna de pena e mais digna, ainda, do perdão de Iansã.







Bandeira De Fé

A estrada é
De Pombogira ela é (BIS)

Por lá passa Exú
Passa Ogum na alvorada
Mas a Pombogira
Ali faz sua morada

Estrada aberta
Estrada fechada
Dona Maria Mulambo
Ou Padilha mulher

A estrada é
De Pombogira ela é
A estrada também é
Rota dos ciganos do cabaré

Caminhando juntos pela bandeira de fé
Cigana e Pombogiras
Vão abrindo nossas giras

Pombogira Mulambo - Mulher de 7 maridos, amarra a saia e o feitiço acontece, fazendo grandes transformações. Sua energia é o fogo.
Pombogira Padilha - Na poeira da estrada ela aparece sempre para dar a mão a quem precisa, de preto e vermelho ela faz sua magia.
Suas cores são o vermelho e o preto.
Seu dia é Segunda-feira.






BANHO DE DEFESA
Este banho serve de manutenção energética dos chacras, impedindo que eles se impregnem de energias nocivas em determinados rituais. Por exemplo, quando vamos realizar alguma oferenda numa cachoeira, é importante que nos “fechemos” para determinadas vibrações que podem estar abundantes num sítio energético, já que além de nós, todo o tipo de pessoa vai até estes lugares para pedidos escusos, com entregas “pesadas”. Usamos, também, quando vamos conhecer um outro terreiro e não sabemos se ele é ou não idôneo, pois, infelizmente, ainda existem aqueles que usam o nome da Umbanda para comercializar a fé alheia.Quando vamos num sítio energético para determinados rituais com ou sem incorporação, enfim, “fechamos” os nossos chacras. Até mesmo para nos prevenirmos para os trabalhos com os Exus Guardiões, já que todo o tipo de problemas e situações estarão presentes na assistência. As ervas para estes banhos, podem ser aquelas relacionadas ao próprio Orixá regente da pessoa, ou aquelas que uma entidade receitar.

BANHOS DE ENERGIZAÇÃO

São recomendados para ativar e afinizar as forças dos Orixás, Protetores de Cabeça e do Anjo da Guarda. Seus principais efeitos são ativar e revitalizar as funções psíquicas, para uma melhor incorporação; melhorar a sintonia com as entidades. Este banho reativa os centros energéticos e refaz o teor positivo da aura. É um banho que devemos usar quando vamos trabalhar normalmente nas sessões. Também, podemos usá-lo regularmente, independente de trabalharmos ou não como médiuns. AMACIÉ o banho mais conhecido pelas pessoas que começam a freqüentar os Centros de Umbanda e que somente deve ser indicados por uma Entidade Espiritual ou pelo Guia Chefe do Terreiro, Pai/Mãe-de-Santo, Zelador(a) do Terreiro, Babalaô ou Chefe de Culto. É o banho que derramado da cabeça aos pés, pois é preparado de acordo com o Orixá do médium. Normalmente quando o filho esta em duvida de quem seja seu Pai ou Mãe de Cabeça, usa-se um Amaci de Oxalá, o qual rege a cabeça de todos nós, pois todos somos filhos de Oxalá. O banho de ervas (amaci) age como um neutralizador de correntes negativas, e como um energizador, dando a pessoa força suficiente, para que ela possa sair do estado em que se encontra. BANHO DE FIXAÇÃOEste banho é usado para trabalhos ritualísticos e fechados ao público, onde se prestará a trabalhos de magia, iniciação ou consagração. Este banho é realizado apenas por quem é médium e irá realizar um trabalho aprofundado, onde tomará contato mais direto com as entidades elevadas. Este banho “abre” todos os chacras e a percepção mediúnica fica aguçadíssima. As ervas utilizadas para este tipo de banho estão diretamente relacionadas ao Orixá regente do médium e à entidade atuante. São assim receitados apenas por um verdadeiro chefe de terreiro ou médium-magista ou pela própria entidade.






Boiadeiro Navizala

Sr. Navizala viveu no sertão de pernambuco, no século XVIII,era boaideiro(tocador de gado,como diz). Morava em uma casinha de sapé no meio da caatinga, sua mãe era uma grande médium, chamada por lá de benzedeira ou cruandeira, aos cinco anos de idade, perdeu seu pai, ficando apenas ele e Dona Cecília, sua mãe, com o desencarne do pai, o pequeno navizala sentiu sua vida difícil de sertanejo, tornar-se ainda mais sacrificante, viviam do pouco que a pequena roça, plantada por ele e a mãe, produzia, a pouca idade, não o impedia de ajudar.

Ele carpia, semeava, colhia, enfim, ajudava a mãe em tudo, mas contando com todo o amor de sua humilde e sábia mãezinha, que todas as noites preparava no fogão a lenha, a farofa com banana, uma iguaria para o pequeno navizala, eles rezavam e comiam à luz de um lampião, depois sentavam-se embaixo do pé de juazeiro no quintal, e Dona Cecília ensinava ao filho as coisas da vida espiritual, que ele ouvia maravilhado, quanta sabedoria em uma mulher tão simples, eram felizes, eram felizes quando não estavam na roça, sua mãe atendia muita gente da redondeza, não havia hospital, nem médicos, aquela mulher era a única esperança daquele povo pobre do sertão, tinha vários canteiros de ervas e com elas fazia suas famosas garrafadas, benzia as crianças desnutridas, os agricultores feridos por ferramentas enferrujadas, fazia partos, fazia tudo o que podia e salvava muitas vidas, o pqueno navizala sabia de cor o nome de todas as ervas e com sua vidência apurada, dizia a mãe quando a pessoa chegava acompanhada por obsessores, assim iam levando asuas vidas, Dona Cecília desencarnou dormuindo tranquilamente quando navizala tinha 15 anos, ele chorou muito, estava só no mundo, mas começou a ver a mãezinha que lhe dizia pata ter ânimo e continuar a missão, ele começou então a trabalhar para fazendeiros da região, levava boiadas para todos os cantos do nordeste, assim poderia com suas viagens ajudar mais pessoas, e assim foi, onde ele parava, sempre tinha alguêm doente que precisava dele, salvou muitos e fez amigos em toda parte, sua mãezinha sempre estava a seu lado orientando, incentivando e consolano nos momentos difíceis.

Onde chegava, Sr. Navizala, deixava sua luz, de seu mesmo, só tinha o seu cavalho malhado, companheiro inseparável, o rosário de sua mãezinha e um par de botas gastas, mas gostava mesmo era de andar descalço e adoçar a boca com um pedaço de rapadura, gostava dos banhos de açude, de cuidar dos animais e de conversar com as pessoas, um espírito equilibrado e forte, que nunca se deixou vencer pela aridez da vida. Sua missão na terra acabaou aos 49 anos de idade, assim como sua mãezinha, deitou-se e deixou o corpo, foi para o astral onde pôde abraçar os seus, sua mãezinha, seu pai, seus mentores, no enterro do Sr. Navizala estavam presentes mais de cem pessoas, pessoas que ele ajudou e que sentiam de verdade sua partida, pessoas de todas as partes do sertão, pobres e ricos, agradecidos àquele homem maravilhoso por ter praticado o bem, feito o melhor que podia por todos, ao chegar no astral, ficou surpreso, emocionado, chorou, uma fila se formou, eram muitos que tam~bém queriam abraça-lo, pessoas que ele tinha ajudado na terra. Sr. Navizala, repressenta a força do sertanejo, a luta, a honestidade e a sabedoria daquela linda gente, quando pediu para vir trabalhar, ele escolheu continuar ajudando, pediu para vir com todas as características que tinha como sertanejo, inclusive o linguajar simples e direto, trabalha pela cura espiritual, emocional e física.

P.S.:QUANDO SR.NAVIZALA DESENCARNOU,NO DIA SEGUINTE SEU QUERIDO CAVALO,TAMBÉM SE FOI...QUEM CONHEÇE ESSE MENTOR,SABE QUE ELE NÃO GOSTA DE RODEIOS,É DIRETO,GOSTA DE QUEM O OLHA NOS OLHOS,SE SEU NOME NÃO FOSSE NAVIZALA, SERIA SINCERIDADE!!

Características
Indumentária Veste em geral, traje de vaqueiro nordestino, com gibão, chapéu e outros acessórios e apetrechos de couro

Pontos Cantados

Boa noite senhores

Boa noite senhoras

Seu Boiadeiro Navizala que chegou agora

Ele veio com Deus e Nossa Senhora

Sou um Boiadeiro Navizala

Sou um Boiadeiro Navizala

E o cacique

Sou um Boiadeiro Navizala

Sou um Boiadeiro, Sou Navizala

Ah eu sou um Boiadeiro

Boiadeiro Navizala






Cabocla Jandira
A cabocla Jandira é filha de Tupinambá que também é pai de Jurema.
Suas oferendas devem ser entregues na beira da praia onde é o seu domínio.

A cabocla jandira é da linhas das iaras, porém não é uma delas, vive nas matas
a beira dos igarapés e sua arma é o tacápe.

Neste contexto a cabocla sitada é a cacique da terreira do Reino de Obá.

Sua primeira manifestação se deu aos 7anos de idade de Mãe Suzana, o que não era muito comum naquela época.

Vem de uma preparação ancestral, sua mãe chefe de terreiro, comandava os cultos aos caboclos e fazia assim do culto a umbanda algo presente em sua vida.

Preparada a mais de 50 anos e iniciada na umbanda por sua mãe biológica - Mãe Iara - nome este adotado por sua mãe pelos longos anos de mediunidade e desenvolvimento da entidade Iara.

Hoje a preocupação maior de Mãe Suzana é manter viva a tradição e o culto a umbanda






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Quem é Ogum?


"É o Orixá Senhor das contendas, deus da guerra.
Seu nome, traduzido para o português, significa luta, briga, batalha. É a divindade da metalurgia, do ferro, aço e outros metais fortes.
Ogum é a força incontrolável e dominadora, do movimento, do choque. Patriarca dos exércitos, dono das armas. Ogum é o poder do sangue que corre nas veias. Orixá da manutenção da vida.
Homenagem a Ogum.



Ogum
e o pai que nunca deixa um filho sem resposta"
" Ogum abênçoa os filhos e os filhos de seus filhos. " . "Eu não seria nada se não fosse Ogum para abrir a minha Estrada." Salve meu Pai Ogum, Axê patacori Ogum.


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