Oferenda a Ogum

Toda oferenda para um Orixá deve ser preparada com muito amor, lave as mãos em agua corrente, firme a partir dai seu pensamento e inicie orações, depois continue meditando e invocando seu pedido.

Comida oferenda para Ogum (melhora no trabalho, conquistas profissionais, amor, paz e saúde)

Entre todos os Orixás Ogum é um dos mais humildes, pois não pede muito, contudo, defende

  seus filhos e protegidos com unhas e dentes e seus inimigos sentirão a fúria de sua espada.

Abalá (comida, Adimu de Ogum) (Bola de arroz doce) Arroz branco Leite de cabra Açúcar Erva doce Pó de anis-estrelado Como Preparar a Comida de Ogum.

Cozinhar o arroz com açúcar em fogo médio. Depois de bem cozido acrescente o leite, erva doce e anis – estrelado, batendo bem com a colher de pau, até virar uma papa deixando ferver mais um pouco até obter uma pasta. Retire do fogo deixe esfriar e faça bolas.

Oferenda específica para pedir “Prosperidade” a Ogum. Ingredientes:
– 1 Inhame bem grande e reto
– Azeite de Dendê
– Mel de abelha
– 7 Moedas amarelas
– Farinha de Mandioca grossa e crua
– 1 alguidar
– 1 quartinha de barro
– 1 garrafa de cerveja clara

Modo de Preparo: Coloque a farinha de mandioca no alguidar, vá acrescentando mel e mexendo com as mãos até formar uma farofa doce homogênea. Asse o inhame no forno a gás ou microondas até ficar bem macio. Abra o inhame ao meio, no comprimento, sem retirar a casca e coloque sobre a farofa doce com a casca para baixo (a parte branca para cima). Enfie as moedas no inhame (parte branca) até a metade, (4 de um lado e três do outro a seu critério) deixando a face dos números voltadas para frente. Regue com dendê as moedas de apenas um lado do inhame ( a seu critério) sem deixar escorrer para a farofa. Com o mel regue as moedas da outra metade do inhame. Pronto.

ADALU é um Adimu (comida, Oferenda, Agrado, trabalho) para Orixá Ogum: O Orixá Ogun é um santo muito vigoroso, não foge a luta, olha por seus filhos, vence a batalha sem olhar o motivo, Ogum não conheceu a derrota nos campos de batalha a até a morte (Orixá Ikú) tinha medo deste Orixá.

Ogum Irmão de Oxossi ensinou Oxossi a guerriar, então quando oferecemos a Ogun estamos ciente de que a Vitória é certa. Temido pelos Yorubas, respeitado e reverenciados pelo Candomblé e a Umbanda. Ingredientes para Comida de Ogum: Feijão preto Milho vermelho cozido Azeite-de-Dendê Cebola ralada Atàré moído Camarões seco Como Preparar a Comida do Ogum: Misture o milho e o feijão, refogando com azeite-de-dendê, ataré (pimenta da costa), cebola e camarões. Às vezes é oferecido acompanhado de carne dos animais sacrificados em seu ritual de matança, mas pode ser oferecido para qualquer finalidade, seja: Para problemas no trabalho, brigas, inimizades, inimigos que te persegue, conseguir uma vitória com ajuda de Ogum, mas não é aconselhável para o Amor, pois Ogum é duro igual o aço e para trabalhos no amor é preciso flexibilidade que não é uma das caraterísticas do Ogun.

Feijão com Camarão para Ogum Esta é uma oferenda “quente”, do tipo que “acelera” o filho de Ogum.

Se você já está “acelerado”, irritado ou impaciente, é melhor oferecer algo “frio” como por exemplo um inhame com mel. Ingredientes:

– 500gr de feijão preto

– 1 cebola –

1 vidro de dendê –

250gr de camarões secos

– 7 pimentas Dedo de Moça vermelhas

– um pouco de farinha de mandioca grossa e crua

– 1 alguidar –

1 quartinha

– 1 garrafa decerveja clara Modo de Preparo:

Cozinhe o feijão e reserve; Escolha e separe 7 camarões inteiros; limpe os demais; Pique a cebola e as pimentas e as refogue no dendê; depois acrescente e refogue os camarões limpos; Então acrescente no refogado o feijão, com bastante água; Deixe ferver. Acrescente, aos poucos, a farinha de mandioca para engrossar o caldo sem secar; Coloque tudo no alguidar e enfeite com os camarões inteiros.

Boa oferenda

PEDIR PROSPERIDADE ELEMENTOS:

250g feijão fradinho cru 250g feijão cavalo cru 8 azeitonas verdes 8 ovos cozidos, descascados e inteiros azeite de dendê para regar 8 moedas douradas lavadas com sabão (podem ser de 10 centavos 8 folhas de louro

1 cerveja clara pequena – 1 coité pra por a cerveja 4 velas brancas (número 0 ou 1, para queimar rápido) 4 forminhas 4 velas vermelhas (número 0 ou 1, para queimar rápido) 4 forminhas 7 folhas de couve para servirem de suporte

Arrumar as 7 folhas de couve em círculos, com os cabos para fora colocar o feijão cavalo, fazendo um monte, no centro das folhas de couve, colocar o feijão fradinho, contornando o monte do feijão cavalo colocar intercalado e enfeitando em cima dos feijões: os ovos, as 8 folhas de louro e as 8 azeitonas. Regar tudo com o dendê, acender as velas (uma em cada forminha de empadinha) esperar queimar e recolher forminhas, sacos plásticos, garrafas etc.

      umbanda-ogum-abridor-de-estrada

  • Cozinha ritualística:
  • Carne vermelha (macia) (boi), cerveja branca, Frutas (manga espada, melão, banana outras).
  • Farofa de feijão (fradinho ou mulatinho). 1. Com pimentão vermelho: a) Coloque tomates em rodelas e pimentões vermelhos dentro de um alguidar vidrado.
  • b) Regue tudo com camarão seco frito no azeite de dendê, depois de frio. 2. Com arroz: a) Cozinhe arroz em água pura sem sal ou qualquer tempero; b) Coloque num alguidar vidrado e regue com camarão seco frito no azeite de dendê;
  • 3. Com couve-flor: a)
  • Coloque uma couve-flor inteira num prato (pode ser de papelão) forrado com couve ou com a própria rama da couve-flor;
  • b) Disponha em volta tomates em rodelas e pimentões vermelhos;
  • Vatapá
  • Ingredientes:
  • 1/2 kg de postas de peixe 2 colheres das de sopa de óleo 1 colher das de sopa de salsa ou coentro picadinhos 1 colher das de sopa de cebolinha verde picadinha 1 cebola ralada 2 tomates picados, sem sementes 1 copo de água 200 g de camarões frescos, limpos e aferventados 200 g de camarões secos, socados ou moídos 200 g de amendoins torrados e moídos na máquina 200 g de pão dormido embebido em leite ou água leite puro e leite ralo de 1 coco 2 colheres das de sopa de azeite de dendê 100 g de castanhas de caju torradas e moídas Modo de fazer:
  • a) Prepare um refogado com o óleo, salsa (ou coentro), cebolinhas verdes e a cebola ralada. Quando tudo estiver corando, junte os tomates e as postas de peixe, com o copo d’água. Tampe a panela e cozinhe até o peixe ficar macio, mas não desmanchado.
  • b) Junte os camarões frescos. Ferva mais um pouco. Retire os camarões e o peixe e deixe-os a esperar.
  • c) Coe numa peneira o molho que ficou na panela. A esse molho, junte os camarões secos socados ou moídos, os amendoins e as castanhas moídas, e o pão embebido no leite e desmanchado. Acrescente o leite ralo de coco, misture e leve ao fogo para ferver.
  • d) Quando essa mistura tiver fervido, passe-a numa peneira de arame, apertando bem com uma colher para passar também o molho grosso. Ponha um pouco de água fervente no resíduo que ficou na peneira e torne a passar, aproveitando o máximo.
  • e) Torne a levar ao fogo, desta vez com o leite de coco puro e cozinhe, mexendo com colher de pau, até consistência de mingau. Se ficar muito grosso junte mais um pouco de água.
  • f) Dentro desse mingau ponha as postas de peixe e os camarões e ferva; se preciso, reforce os temperos. Deixe ferver por alguns minutos; g) Junte o azeite de dendê e tire do fogo.
  • A consistência ideal do vatapá é aquela que lhe possibilita ser comido com garfo e, não, com colher. h) Sirva, não muito quente, acompanhado de angu de arroz (vide Iemanjá) ou arroz branco.
  • 5.
  • Efum-oguedê: Ingredientes:
  • bananas-são-tomé, sal; Modo de fazer: a) Corte as bananas-são-tomé – que não devem estar muito maduras – em fatias finas.
  • b) Tempere com sal e ponha para secar ao sol, o que leva alguns dias. c)
  • Quando bem secas, soque as bananas num pilão e passe a massa resultante numa peneira, obtendo assim uma farinha de banana, para fazer mingau.
  • Obrigação:
  • pano vermelho; 7 cravos vermelhos; 1 prato branco virgem;
  • 1 bife de boi sem gordura;
  • cerveja branca;
  • 3 tomates vermelhos;
  • 3 pimentões verdes;
  • 1 copo virgem;
  • 1 charuto;
  • 1 caixa de fósforos; ¼ de camarão (p/médiuns).
  • Os tomates e os pimentões devem ser cortados em rodelas finas.

Pai Jacinto

Com a implantação de fazendas de gado e cultura em solo Brasileiro muitas vezes ou quase sempre sacerdotes do culto Africano chegavam trazidos como escravos pelos navios de contrabandistas que ganhavam a vida destruindo a de outros , entre estes vindos de tão longe e com a missão dada por Oxalá de divulgar sua Religião engrandecendo outras terras com sua sabedoria e bondade.

Entre estes chegava então um jovem que estava predestinado a ensinar amor e sabedoria , ainda menino foi introduzido no trabalho árduo e sem trégua , por sua bondade e sabedoria logo cativou a todos até mesmo seus senhores que percebendo sua condição de tratar com animais feridos ou doentes, solicitavam sempre seus serviços, logo estando este que seria um sacerdote em sua terra , curando e tratando pessoas a pedido de seus senhores ,era ele então tratado diferente em meio a tanta crueldade.Todos eram socorridos por Pai Preto como era chamado pelos brancos.

A fama de pai Preto correu longe em solo brasileiro tanto que chegou sem tardar ao conhecimento dos missionários vindos para catequizar os povos da nova terra , Pai Preto tinha então 85 anos já velho e quase não mais conseguia andar o que não impedia de continuar com suas curas e benzeduras. Mas chegou a ordem e a orientação: Pai Preto era “feiticeiro e deveria morrer como todos de sua época.”

Os seus antigos senhores não tiveram coragem de cumprir a missão e então combinaram de esconder Pai Preto e este ficaria assim até a morte cuidando e claro dos interesses de seus senhores. Mas Pai Preto que nunca soube dizer não ou se intimidar por qualquer perigo não se deteve e continuou com suas mirongas , suas rezas e sua caridade sem fim. Logo a noticia correu , seria um fantasma ou quem sabe ele teria ressuscitado para desafiar quem mandava? Nova ordem chegou: então o “feiticeiro deveria ser desenterrado e sua cabeça arrancada do corpo e enterrada em outro local somente assim o “mal”deixaria de existir.

Aqueles que tentaram esconder Pai Preto agora com medo decidiram matá-lo e cumprir o que lhes foi ordenado, tendo assim aos 86 anos Pai Preto deixado o plano físico para trabalhar com suas mirongas em planos mais elevados.

Hoje nós que aprendemos a amar a Umbanda com toda sua sabedoria aprendemos sempre um pouco com aqueles que deixaram esta grande lição de vida e humildade. Pai Preto é hoje para nós Pai Jacinto que ao lado de Omulu traz a cura para os sofredores dos dois planos. Pai Jacinto recebeu de Oxossi o direito de trabalhar em sua vibração o que para nós só é motivo de mais felicidade pois como raizeiro e conhecedor das matas levou para o plano espiritual este conhecimento para a bênção dos filhos da terra.

Salve Pai Jacinto Salve todos os Pretos Velhos.

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