Oração ao Caboclo 7 Pedreiras

Oração ao Caboclo 7 Pedreiras

Eu peço ao meu Pai Caboclo 7 Pedreiras em nome de todos vosso filhos… Vós que com a força de vossas 7 Pedreiras, mantém a sabedoria e a Justiça de nosso Pai Xangô, olhai por nós e que vossa bondade se derrame por nossas cabeças, não nos deixeis desamparados. Que força de vossa primeira pedreira, envie-nos os mais puros fluídos e sentimentos de amor e caridade por toda a humanidade e que todos os seres humanos possam sentir vossa real justiça.

Que vossa segunda pedreira seja um escudo contra as injustiças que possam nos atingir. Que vossa terceira pedreira, seja a luz que nos guiará através de nossas vidas, pelo caminho verdadeiro da salvação eterna.

Que a vossa quarta pedreira seja o peso que vós colocará em cima de nossos erros e faltas e pedimos humildemente que nos guiai para que não possamos mais errar; ajudai-nos a nos manter dentro de vossas sábias leis.

Que a vossa quinta pedreira proteja-nos contra tudo e contra todos.

E os que pensam cometer injustiças contra nós, seja a quinta pedreira a luz que brilhará aos olhos dessas criaturas, mostrando-lhes o verdadeiro caminho do amor e da paz.

Que a vossa sexta pedreira seja o marco de uma nova era e que toda a proteção de nosso Pai Xangô caia como faíscas toda vez que possamos um erro ou uma injustiça cometer.

Que a vossa sétima pedreira seja a fonte onde iremos buscar o eterno consolo de verdade, do amor e da caridade.

E que todas as vossas 7 Pedreiras nos abençoe e nos ilumine por toda uma eternidade.

Saravá o Pai 7 Pedreiras!

 

Homenagem a Nanã

Tão solitária, triste e sem saber para onde ir, aquela que um dia foi jovem, alegre e cheia de esperanças em um novo porvir, senta-se e espera os dias passarem na calçada erma da entrada do Reino da Paz.
De meia-idade, mas com o rosto sulcado pelas agruras do tempo, nem do frio vento ouve o lamento, pois mais fortes são os seus; mas destes se fez companheira inseparável.
No fundo do seu eu, entretanto, não morrera a esperança e, na mais doce surpresa, percebe na alameda de ciprestes sussurrantes uma serena dama, cuja imagem reflete bondade, tirando a ansiedade de todos que por ela passam.
Em sua mão traz um livro, no qual estão registrados tesouros de inigualáveis sabedorias. Chega então perto da desuludida mulher e, com voz doce mas confiante, pergunta-lhe: ‘Por que tanta indiferença?’ Esta, diante de tanta bondade, pede súplice que não a desampare. Nanã responde-lhe então: ‘Como poderei, se sou a promessa do bem, a luz das trevas, daqueles que não sabem por onde andar?’ ‘Então, dá-me amor, pois bato à porta de uma nova morada, onde venho dar meu devotamento e pedir meu perdão; querida Mãe, compadece-te de mim!’ Então, atendendo aos pedidos de mais uma filha, Nanã estende-lhe as duas mãos, erquendo-a e dizendo-lhe: ‘Vem comigo, que te levarei ao mais tranquilo dos refúgios, pois estarás seguindo pelo caminho da grandezan espiritual.’”

Entendendo o Passe na Umbanda.

O passe é um dos métodos utilizados, principalmente nos centros espíritas, para o alívio ou cura dos sofrimentos das pessoas. Quando ministrado com fé, o passe é capaz de produzir verdadeiros prodígios. Têm como objetivo o reequilíbrio do corpo físico e espiritual. Porém, o seu efeito também dependerá do receptor do passe (assistente). É necessário que o “paciente assistido” esteja em sintonia com a espiritualidade presente, permanecendo em constante concentração e prece, mantendo bons pensamentos e vibrações.
Há três tipos específicos de passe: o Passe Magnético, quando aplicado pelo indivíduo encarnado; o Passe Espiritual, que realizado pela ação dos espíritos desencarnados; e o Passe Misto, onde os fluidos do médium se misturam com os da Espiritualidade. Essa última modalidade é a mais utilizada nos terreiros de Umbanda, onde os médiuns atuam incorporados com seus Caboclos, Pretos Velhos, Ibejadas e outras entidades para trabalhar no passe.
Um fator característico do passe na Umbanda é que, na maioria dos terreiros, as entidades utilizam de outros elementos magísticos que auxiliam na aplicação do passe. É o caso, por exemplo, de vermos alguns Caboclos que fumam charutos, Pretos Velhos com seus cachimbos, Ibejadas com doces, etc.
Porém, nada disso é à toa. A entidade não chega simplesmente para fumar o charuto, ou o cachimbo. O fumo tem um elemento mágico que atua no etéreo e elimina larvas astrais que servem de parasitas espirituais no irmão necessitado de ajuda.
Dentro de um terreiro, o assistente fica na esfera fluídica da Casa, guardado por seus sentinelas e sob as suas firmezas. Mas, para ser bem sucedido, o passe depende muito, também, da pessoa que está recebendo as vibrações.
Os cuidados também são necessários, tanto da parte do médium quanto do assistente. O médium precisa manter uma boa relação com as suas entidades, e compreender delas a necessidade de seus elementos na aplicação do passe.
O assistente também deve fazer a sua parte, mantendo-se sempre em boa sintonia com o terreiro, buscando estar em prece, mantendo bons pensamentos, e acima de tudo, não deve pensar que o passe será a solução imediata para todos os seus problemas.
Além disso, para percebermos os resultados dos passes é necessário que haja o entendimento do trabalho realizado, a boa vontade de quem doa e o merecimento de quem recebe os fluidos.

Motumbá irmãos!

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