Oferenda para Xangô


Oferendas de Xangô

Xangô um dos Orixás mais temidos pelo fato de ser Ele o determinador da Justiça e quem ativa a Lei em nossas vidas, fazendo valer o ponto que diz “quem deve paga e quem merece recebe”. Portanto, oferendar Xangô é muito forte e muito especial, é nesse momento que devemos baixar nossas cabeças e permitir que seja feita a vontade de Deus e não a nossa. E é esse o “espírito da coisa”: não se oferenda Xangô para pedir a nossa justiça, mas a justiça Divina. Infelizmente, isso pouco acontece pois as pessoas estão viciadas em seus desejos e julgamentos e vão logo aos pés do Grande Rei Xangô pedir seus desejos, o que é um grande erro. Devemos oferendar Xangô para buscar e pedir equilíbrio entre a razão e a emoção, a justiça, a sensatez, a razão, a determinação e a coragem para recebermos aquilo que merecemos. Pedimos a Ele que nos mantenha sensatos e livres de quaisquer julgamentos, tanto os que emitimos quando os que recebemos.

Quem tem a proteção de Xangô sabe: não há nada nem ninguém que destrua um
filho desse orixá. Podem até conseguir levá-lo ao fundo do abismo, mas
depois de algum tempo ele renasce com mais vigor e volta a enfrentar o mundo
de peito aberto. Sem medo. Essa é uma característica herdada do pai, Xangô,
entidade mais forte do Candomblé brasileiro. São dele a força, o poder e a
capacidade de fazer e desfazer todas as coisas. Mas ele não age sem uma boa
razão: Xangô tem um senso de justiça muito acentuado. Exige exclusividade,
mas nunca consegue resistir a uma aventurazinha. Segue os passos do pai,
marido de muitas esposas, das quais as prediletas são a dengosa Oxum e a
guerreira Iansã – esta, a parceira ideal, pois o acompanha a todas as
frentes de batalha, luta sempre ao seu lado, ajudando-o a derrotar os
inimigos.
São essas as características que os filhos de Xangô exigem dos parceiros.
Ousados e cheios de iniciativa, quando se apaixonam, fazem o impossível para
conquistar o ser amado. São diretos, sem rodeios, vão logo ao que interessa.
Atrevidísssimos, não descansam enquanto não conseguem o que querem. E adoram
variar as relações amorosas.
Xangô é o próprio Fogo, energia inesgotável, devastadora. Ninguém fica imune
ou indiferente à sua passagem. Não há como ignorar a pompa e a altivez desse
integrante da alta aristocracia africana que um dia, encurralado pelas lutas
em torno do poder, acabou se suicidando em plena selva. Preferiu a morte a
perder a dignidade. Além disso, Xangô nunca suportou disputas pelo poder.
Tem consciência de que só ele possui as qualidades necessárias para
exercê-lo com vigor e justiça. Porque não conhece o significado das palavras
obediência, submissão e medo.
Valente e protetor, ele foi rei de Oió, e fundou uma dinastia de heróis
lutadores. Orixá da Justiça e do Fogo, Xangô é o quarto Alafin de Oió, e
viveu em 1450 ªC., destacando-se pela sua valentia e liderança. Foi marido
de Oxum, Obá e Oiá (Iansã).
Ele é filho de Oranyian, e tem Yamasse como sua mãe. Castiga mentirosos,
infratores e ladrões. Por isso a morte pelo raio é considerada infamante,
assim como uma casa atingida por uma descarga elétrica é tida como marcada
pela ira de Xangô.
O xeré é um chocalho feito de cabaça alongada, que quando agitado lembra o
barulho da chuva. Ele é um dos símbolos de Xangô.
Garboso, Xangô é conhecido também como o “dono das mulheres”, mas mesmo
assim frequentemente seus filhos do sexo masculino terminam a vida
solitários. Um dos mais populares Orixás do Novo Mundo (não somente no
Brasil, mas também nas Antilhas), seu arquétipo pode ser resumido assim:
pessoa voluntariosa, altiva, mas que não tolera ser contrariada. Geralmente,
imbuída de um profundo sentido de justiça e sinceridade, sendo bem
consciente de sua própria dignidade e valor.
Natureza: pedreiras, meteoros, minérios, tempestades, raios e trovões.
Metal: bronze
Pedra: Granada
Talismã: fio de miçangas vermelhas e brancas.
Oferenda: papa de quiabo batida (ajobó), feita com as mãos, em azeite de
dendê, oferecida em pedreira, de preferência numa quarta-feira.
Dia: quarta-feira.
Cor: Marrom.

O Que São Oferendas?

Chamamos de oferendas rituais compostos de frutas, alimentos, carnes, bebidas, flores, louças e adereços que servem para oferendar aos Orixás, como uma súplica para se alcançar uma graça, bem como, para homenagear e cultuar um Orixá de forma a fortalecer nosso vínculo com a casa e com o mesmo.

Cada Orixá tem seus alimentos respectivos, suas flores, suas cores, suas bebidas e sua forma particular de culto, orações e invocações.

Saudação: Kawó Kabiyécilé ou Caô Cabiecilê que significa “Venham ver o Rei Descer Sobre a Terra!”

Símbolo: Os machados de duplo corte, que significa a alma em busca de equilíbrio e é também o símbolo da imparcialidade; A balança que significa a justiça de Oxalá; A estrela de seis pontas, associada com a sabedoria de Sa­lomão e representando o equilíbrio entre o céu e a terra, a água e o fogo, o ho­mem e a mulher, ou seja, representa o equilíbrio universal.

Cores: marrom, vermelho, cinza ou ainda o roxo Instrumento: Oxé, machado de duas laminas, Xerém, espécie de chocalho que traz em suas mãos representando o despertar dos raios e dos trovões.

Pedra: Pedra do Sol

Ervas principais:Folhas de alecrim do campo, folhas de limão, folhas de mangueira, folhas da goiabeira, folhas de uva, folhas de beterraba, babosa, guiné, levante, lírio, violeta, folhas da ameixeira.

Ponto de força:alto de uma pedreira ou cachoeira.

Cozinha ritualística:

1. Amalá / Agebo

2. Com feijão fradinho

3. Caruru

4. Rabada com angu / quiabos

5. Peito de boi com angu / quiabos

Oferenda: Velas brancas, vermelhas e marrom; cerveja escura, vinho tinto e licor de ambrosia; flores diversas, tudo depositado em uma cachoeira, montanha ou pedreira.

Amalá para Xangô

Ingredientes:
– 500gr. de quiabo
– 01 rabada cortada em doze pedaços

– 01 cebola
– 01 vidro de azeite de dendê
– 250g. de fubá branco

Modo de preparo: Cozinhe a rabada com cebola e dendê. Em uma panela separada faça um refogado de cebola dendê, separe 12 quiabos e corte o restante em rodelas bem tirinhas,
junte a rabada cozida .Com o fubá, faça uma polenta e com ela forre uma gamela, coloque o refogado e enfeite com os 12 quiabos enfiando-os no amalá de cabeça para baixo.

Quem quiser fazer um Ebó para Xangô, sem gastar muito nem passar muito trabalho providencie o seguinte material:

— 1 dúzia de bananas (nanica ou maçã — não pode ser caturra);
— 1 Malzbier;( Cerveja Preta)
— 6 charutos;
— 3 cravos brancos;
— 3 cravos vermelhos;
— 6 velas marrons;
— 1 folha de papel de seda marrom;
— 1 folha de papel de seda branca;
— 1 caixa de fósforos;
— mel.

Todos os ingredientes devem ser novos, principalmente os fósforos.

Vá a uma pedreira e sobre uma pedra arrume as duas folhas de papel manteiga como se fossem duas toalhas sobrepostas, e disponha os ingredientes de maneira harmoniosa. Despeje o mel por cima de todos os elementos. Enquanto prepara a oferenda faça uma Oração a Xangô, fazendo seus pedidos, e já agradecendo pelo atendimento destes.

Outra Oferenda de Xangô

batata-doce, espigas de milho verde, postas de coco ou abóbora; cerveja preta ou vinho misturado com leite de coco; fumo na forma de charuto ou cigarro de palha; velas marrons e flores.

Para Pai Xangô costumamos pedir sabedoria para tomar decisões que afetem

significativamente não só as nossas vidas, como a de outras pessoas próximas a
nós, pedimos sabedoria e reflexão, apoio material, uma vida mais estável, em
todos os sentidos, ajudas em questões de processos judiciais.

OFERENDA
Material necessário:
1 kg de quiabos crus

azeite de dendê para regar
2 cebolas, cortadas em fatias no sentido do comprimento
4 velas( número 0 ou 1, na cor marrom)

4 velas (número 0 ou 1, na cor branca)

8 suportes de alumínio para as velas (tipo forminha de empadinha)
7 folhas de couve, arrumadas em círculos com os cabos para fora
1 garrafa ou lata de cerveja preta (sem gelar) 1 coité para por a cerveja

Entrega: coloque os quiabos no centro do círculo de folhas de couve, enfeite
com as cebolas e regue com o dendê , abra a cerveja e coloque no coité,
acenda as velas, espere queimar, recolha a embalagem da cerveja e as forminhas,

junto com sacos plásticos e leve embora.

OFERENDA

Material necessário:

3 frutas do conde (ou cajá)

3 kiwis

3 cachos de uvas (de cor vinho)

1 garrafa pequena de cerveja – 1 coité para por a cerveja

4 velas na cor marrom (número 0 ou 1) – 4 forminhas de metal (tipo empadinha)

4 velas na cor branca (número 0 ou 1) – 4 forminhas de metal (tipo empadinha)

7 folhas de couve para servirem de base.

Arrume as 7 folhas de couve em forma de círculo, com os cabos para fora, coloque
as frutas no centro, abra a cerveja e coloque no coité, acenda as velas e espere
queimar, recolha as forminhas, garrafa, etc.

OFERENDA

Material necessário:

500g de castanhas do pará (sem cascas)
500g de grão de bico (apenas escaldado em água fervente e escorrido)
4 cebolas (cortadas em fatias, no sentido do comprimento)
16 folhas de louro (pode ser seco, para enfeitar)
azeite de dendê para regar

1 garrafa pequena de cerveja preta (sem gela) 1 coité para por a cerveja
8 velas( número 0 ou 1, na cor marrom )

7 folha de couve para servirem de base

Montagem:

Arrume as 7 folhas de couve em círculos, com os cabos para fora.

No centro coloque as castanhas; em volta destas, faça outro círculo com os

grãos de bico; em volta do grão de bico, coloque as fatias de cebola; enfeite

tudo com os louros, dispostos também em círculos; regue com o dendê,
acenda a vela.

OFERENDA

Material necessário.

7 cajús

7 cajás (ou 7 frutas do conde)

7 quiabos

7 pinhões

7 folhas de couve, para servirem de base

1 cerveja preta para regar as frutas – NÃO PRECISA COITÉ, a cerveja é para regar
7 velas (número 0 ou 1 na cor marrom)

Arrumar as folhas de couve, depositar as frutas de modo estético, sempre preferindo as arrumações circulares (não cozinhar os pinhões, nem os quiabos), regar com a cerveja preta, acender as velas.

OFERENDA

Material Necessário:
500g de grão de bico (apenas escaldados em água fervendo e escorridos)
7 quiabos (sem cozinhar ou escaldar)
21 azeitonas pretas
4 cebolas (cortadas em fatias,no sentido do comprimento)
azeite de dendê para regar
1 cerveja preta pequena (sem gelar) 1 coité para por a cerveja
7 velas( núnero 0 ou 1, na cor marrom )
7 folhas de couve para servir de base

OFERENDA

Material necessário:
250g de lentilhas (apenas escaldadas em água fervendo)
24 pinhões (crus)
16 folhas de louro
dendê para regar
1 garrafa pequena de cerveja preta (sem gelar) 1 coité para por a cerveja
7 velas na cor marrom (número 0 ou 1) Coloque em recipientes, tipo forminhas,
espere queimar e recolha-os, juntamente com a embalagem de cerveja ao lixo.
7 folhas de couve para suporte (arrumadas em círculos, com os cabos para fora)

OFERENDA

Material necessário:
500g de amendoim cru
100g de azeitonas verdes
1 cabeça de alcachofra (cortar e tirar o cabo)
azeite de dendê
1 cerveja preta pequena, 1 coité para por a cerveja
7 velas na cor marrom (número 0 ou 1, para queimar rápido)
7 folhas de couve

Arrumar as 7 folhas de couve em círculos e com os cabos para fora, no meio
depositar o monte de amendoins, colocar a alcachofra sem o cabo, no centro
dos amendoins e as azeitonas em volta da alcachofra. regar tudo com dendê.
Abrir a cerveja, colocar no coité, acender as velas (em recipientes tipo forminhas)
esperar queimar.

OFERENDA
Material necessário:
500g de feijão manteiga cru (regado com azeite de oliva)
100g de azeitonas pretas
100g de castanhas do Pará (inteiras e sem cascas)
1 cebola inteira (regada com azeite de oliva)
azeite de oliva, o suficiente para regar
1 cerveja preta pequena
1 coité para colocar a cerveja
8 velas na cor marrom (número 0 ou 1, para queimar rápido) forminhas
7 folhas de couve, para servirem de baseOFERENDA

Material necessário.
500g de feijão fradinho (cru)
21 quiabos (crus)
3 cebolas cortadas em fatias, no sentido do comprimento
azeite de dendê para regar
1 cerveja preta pequena – 1 coité para colocar a cerveja
4 velas na cor marrom (Número ou 1) 4 forminhs de metal
4 velas na cor branca (número 0 ou 1)4 forminhas de metal
7 folhas de couve para forrar.

Av. Dona Sofhia Rasgulaeff 177.
Jardim Alvorada/ Maringá /Paraná
Telefone: (44) 3034-5827 (44) 99956-8463
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Oferenda para Yansã

Comidas rituais são as comidas específicas de cada Orixá, que para serem preparadas são submetidas a um verdadeiro ritual. Esses alimentos depois de prontos são oferecidos aos Orixás acompanhados de rezas e cantigas, durante a festa ou no final, em grande parte são distribuídas para todos os presentes, são chamadas comida de axé pois acredita-se que o Orixá aceitou a oferenda e impregnou de axé as mesmas.

Eis então algumas das principais comidas:

Abará  O abará tem a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido no vapor envolto na foçha de bananeira, enquanto o acarajé é frito.

Aberém é  feito de milho  moído, macerado em água, salgado e cozido em folhas de bananeira secas, oferecidas a Omulu e Oxumaré.

O Acaçá é feito com milho branco que fica de molho em água por um bom tempo, e depois passar no moedor para formar a massa que será cozida em uma panela com água, sem parar de mexer, até ficar no ponto. Ainda quente, pequenas porções da massa devem ser embrulhadas em folha de bananeira já limpa, passada no fogo e cortada em pedaços de igual tamanho e de forma piramidal.Todos os orixás recebem o acaçá como oferenda, é indispensávem e acompanha várias comidas dos Orixás. Tem também o acaçá vermelho feito com fubá de farinha que acompanha a mesa de Ogun, Ossãe e Oxóssi.

Acarajé

Comida principal do ritual do orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”..O acarajé é feito com feijão-fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal. Para fritar, use um tacho com bastante azeite-de-dendê. O azeite deve estar bem quente antes de colocar o primeiro acarajé para fritar.Os primeiros 7 acarajés são oferecidos imediatamente a Exú na rua no portão de Casa. Além de Oyá, Xangô, Obá e Exú aceitam e apreciam o Acarajé.

Ado – é uma Comida ritual feita de milho vermelho torrado e moído em moinho e temperado com azeite de dendê e mel, é oferecido principalmente à Orixá Oxum.

Ajebo ou ajébo é comida ritual do Orixá  Xangô Aira, é feito com seis  quiabos cortado em “lasca”, batido com quatro clara de ovos e pode ser regado com gotas de mel de abelha e azeite doce. Há também o Abeoajebó para Oxalá que é batido sem nenhum ingrediente,

Amalá é comida ritual votiva do Orixá Xangô, Iansã, Ibeji e Obá, é feito com quiabo bem picado, cebola ralada, camarão seco ralado, sal, azeite de dendê.  Pode ser feito de várias maneiras para cada Orixá, inclusive no ritual de Ibeji é chamado de Carurú.

Axoxô  é como é conhecida a comida ritual do Orixá Oxóssi no candomblé  que consiste em milho vermelho cozido e enfeitado com fatias de coco sem casca.

Deburú – é a comida ritual do Orixá Obaluaiyê/Omolu, é o milho de pipoca estourado em uma panela forrda com areia da praia lavada e seca. Ao final, a pipoca é enfeitado com pedacinhos de coco. Pode-se forrar o alguidá com uma folha de mamona.

Ebô, palavra oriunda do iorubá, consiste num alimento religioso e votivo para os orixás funfun (branco) Oxalá, dentro das religiões afro-brasileiras. É o milho branco bem lavado, cozido sem tempero e sem sal.

Ebôya, pode-se utilizar o milho branco ou fava de iemanjá é uma comida ritual feito com fava cozido refogado com cebola, camarão, azeite de dendê ou azeite doce. Tem também o Dibô,feita com arroz branco cozido temperado com camarão seco, e cebola. Essas comidas são oferecidas para Yemanjá e também para o Orí substituindo o azeite de dendê pelo azeite doce.

Erã peterê  preparado com cubos de carne de boi de preferência 21 tipos de carne,refogada no dendê e cebola, prato que Ogun aprecia muito.

Ekuru é uma comida ritual. A massa é preparada da mesma forma que a massa do acarajé, feijão fradinho sem casca triturado, envolto em folhas de bananeira como o acaçá e cozido no vapor e sem sal, apreciado por Oxalá.

Farofa Farofa-de-dendê, farofa amarela, farofa vermelha, farofa de azeite ou farofa, farofa de cachaça, de água, farofa de ocvos, etc, vários orixás apreciam a farofa, menos Oxalá.

Furá, são bolas de farinha crua, farinha de milho, farinha de acarajé,etc. Tem também as bolas de Ixú (inhame do norte) muita apreciada por Oxaguiã .

 Ipeté

Ipeté, é uma comida especial de Oxun determinando o fim do ciclo de uma obrigação ou das águas, oferecida especialmente ao Orixa Oxun. Inhame, azeite de dendê, cebola ralada, gengibre, camarão sêco e sal.

Lelê –  milho vermelho, coco ralado, açúcar e leite de coco, muito apreciado por Odé, Oyá.

Omolocum – comida ritual da Orixá Oxum, é feito com feijão fradinho cozido, refogado com cebola ralada, camarão seco, sal, azeite de dendê ou azeite doce.Enfeitado com camarões inteiros e 5 ovos cozidos inteiros sem casca.

Efó – é uma comida ritual e da culinária baiana , pode ser feita com a folha chamada língua de vaca ou com folha de mostarda.

ACARAJÉ – COMIDA DE IANSÃ

Acarajé, comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. Devido ao modo de preparo, o prato recebeu esse nome.
O acarajé é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca.
Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê

O primeiro acarajé sempre é oferecido a Exu. Os seguintes são fritos normalmente e ofertados ao Orixá para o quail estão sendo feitos.

Oferenda para Iansã

Além de Acarajé, sua comida principal, Oyá também come:
Curau de Milho / Balaio de Frutas / Ekuru / Acaçá / Farofa de Camarão / Bolo de Fubá

Balaio de Frutas: Menos Carambola, Abóbora, Cajá e Melão

ACARAJÉS PARA OYÁ/IANSÃ
200g. de feijão fradinho + 5 cebolas grande + 200gr. de camarão seco + azeite para fritar.
Deixe o feijão de molho e depois retire as cascas. Coloque no liquidificador junto com as cebolas e os camarões, depois coloque numa vasilha e bata com colher de pau até formar bolha (fica uma massa não muito mole). Deixe descansar coberto por um pano, depois bata mais um pouco. Numa frigideira coloque o dendê (ou azeite de oliva) e deixe esquentar bem, com a colher vá formando os bolinhos e fritando até dourar. Coloque-os num prato de barro e ofereça ao orixá.

CURAU DE MILHO
6 espigas de milho verde raladas + 1 xícara de açúcar mascavo + ½ Lt de leite de coco
Misturar os ingredientes em uma panela até cozinhar

BOLO DE FUBÁ
2 copos de açúcar + 4 ovos + 1 copo de leite de vaca + 1 garrafinha de leite de coco + 2 tabletes de margarina + 1 copo de farinha de trigo + 2 copos de fubá + 1 colher, das de sopa, de fermento em pó.
Bata a Margarina com açúcar até formar um creme. Junte as gemas e continue batendo até obter consistência cremosa. Acrescente o leite de vaca e o leite de coco. Misture bem e coloque a farinha de trigo, o fubá e o fermento, batendo bem até fazer “bolha”. Finalmente coloque as claras em neve. Unte e enfarinhe uma forma. Despeje a mistura e coloque-a no forno quente por 20 a 30 minutos

FAROFA DE CAMARÃO
Farinha de mesa + 1 xícara de azeite de dendê + 1 cebola grande ralada + 250gr. de camarões secos.
Refogue a cebola no azeite e acrescente a farinha com o camarão socado. Coloque em uma travessa de barro e enfeite com camarões inteiros

OFERENDAS PARA IANSÃ

OFERENDA 1
MATERIAL
1 alguidar número 2
7 folhas de alface
500g feijão fradinho, cozido (firme) e escorrido
2 cenouras, cozidas(firme) cortada em rodelas grossas
azeite de dendê para regar
1 vela branca
1 maçã vermelha, inteira.

PREPARO
Lave o alguidar, forre com as 7 folhas de alface, coloque o feijão por cima.
Enfeite com as rodelas de cenoura e coloque a maçã (inteira) no meio.
Regue tudo com azeite de dendê.
Essa oferenda é boa para afastar eguns
Peça a proteção de Iansã para você e sua casa.
Local de entrega: jardim de sua casa, recolher no terceiro dia e jogar no lixo.
—————————————–

OFERENDA 2
MATERIAL
1 alguidar número 2
9 acarajés
9 uvas itália
9 folhas de louro
1 garrafa de champagne
9 velas laranja

PREPARO
Faça os acarajés e coloque-os nos alguidar.
Enfeite com as nove uvas e as nove folhas de louro.
Regue com azeite de dendê
Abra a garrafa de champagne, sirva uma taça e deixe o resto na garrafa.
Acenda as nove velas e peça proteção, saúde e abertura de caminhos.
Local de entrega: canavial, bambuzal, num campo, até no jardim de sua casa,
recolher no terceiro dia e jogar no lixo comum (não se despeja mais oferendas
nas água de rios e cachoeiras)
———————————————-

OFERENDA 3
MATERIAL
1 alguidar número 3
1 manga
1 pêssego
1 maçã
1 cacho uva (dôce)
1 banana
1 pêra
1 laranja (dôce)
1 garrafa de champagne (branca)
7 velas laranja

PREPARO
Lave o alguidar e arrume as frutas num arranjo bonito. Tire as cascas
somente da laranja e banana. Corte a laranha ao meio. Se quiser, pode
abrir pela metade as demais frutas.
Regue tudo com um pouco da champagne.
Acenda as velas e peça a força de Iansã.

AS FRUTAS PODEM SER SUBSTITUÍDAS, DESDE QUE FIQUEM 7 QUALIDADES.
NÃO OFEREÇA ABACAXI, KIWI, LIMÃO E TANGERINA .
AS LARANJAS DEVEM SER DOCES.

TODAS AS OFERENDAS PARA IANSÃ, PODEM FICAR EM CASA, NUM MÓVEL
FORRADO COM UMA TOALHA (SÓ PARA ESSE FIM). SE OPTAR POR DEIXAR
SUA OFERENDA EM CASA, USE APENAS 1 VELA E CERTIFIQUE-SE DE QUE
ESTEJA BEM SEGURA. NÃO SAIA DE CASA ENQUANTO A VELA NÃO QUEIMAR!

JOGAR FORA APÓS 3 DIAS.
——————————————–
OFERENDA 4
1 vela laranja
1 maçã vermelha, inteira, regada com mel
1 taça de cidra

CLAUDIA BAIBICH

Cozinha ritualística

Ipetê
Cozinhe inhames descascados em água pura sem sal. Frite, a seguir, os inhames cozidos e cortados em rodelas no azeite de dendê e separe. No próprio azeite que usou para a fritura, coloque o camarão seco descascado e picado e salsa, de modo a fazer um “molho”. Coloque os inhames fritos num prato e regue-os com esse “molho”.

Acarajé
Na véspera, ponha o feijão fradinho de molho. No dia seguinte, ele estará bem inchado. Descasque o feijão – grão por grão – retirando o olho preto, e passe na chapa mais fina da máquina de moer carne. Bata bastante para que a massa fique leve, isto é, até arrebentarem bolhas. Tempere com sal e a cebola ralada. Ponha uma frigideira no fogo com azeite de dendê e aí frite os acarajés às colheradas (com uma colher das de sopa), formando, assim, os bolinhos. Depois de fritos, reserve-os e prepare o molho: soque juntos a cebola, os camarões secos, as pimentas e o dente de alho. Depois de tudo bem socado e triturado, refogue em uma xícara de azeite de dendê. Sirva os acarajés abertos com o molho, tudo bem quente.

Bobó de inhame
Cozinhe os inhames com a casca e deixe-os escorrer para que fiquem bem enxutos. Amasse-os. Ponha o azeite de dendê numa panela, junte os camarões secos, a cebola, o alho, o gengibre, a pimenta e uma colherinha de sal. Refogue bem. Acrescente os camarões frescos, inteiros, e refogue mais um pouco. Junte o inhame amassado como um purê pouco a pouco, às colheradas, mexendo sempre. Cozinhe até endurecer.

Av. Dona Sofhia Rasgulaeff  177.
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Oferenda para Yemanjá

Oferendas para Iemanjá. Locais apropriados, materiais empregados, dias e horas:

Iemanjá é o Orixá feminino da Umbanda a que pertencem os dias de segunda-feira. É o Orixá da calunga grande, isto é, o mar. Este, portanto, é o local em que Iemanjá atua ou, mais precisamente, é o seu “habitat”, digamos assim. Nas segundas-feiras, além de Iemanjá, que é o Orixá dominante, também giram Nanãburuquê e as almas.

O símbolo de Iemanjá é a âncora, que representa esperança.

Iemanjá, na Umbanda, é assimilada, à Nossa Senhora da Glória, festejada a 15 de agosto de cada ano. Na Bahia, Iemanjá é assimilada à Nossa Senhora dos Navegantes. No Rio, por parte também de alguns umbandistas, Iemanjá é assimilada a N. S. da Piedade.

O astro correspondente à Iemanjá é a luz, isto é, o Satélite da Terra, astro esse que domina, portanto, às segundas feiras.

As horas planetárias de Iemanjá, são as seguintes:

Diurnas:

  • Primeira hora, logo ao nascei- do Sol e;
  • Oitava hora.

Noturnas:

  • Terceira hora, após o nascer do Sol e Décima hora.

O local apropriado para as Oferendas à Iemanjá são as praias de mar onde, também, domina Ogum Beira-Mar. Nas praias de mar, outrossim, também atua Iansã, em parte. As pedras rachadas, na verdade, são os locais apropriados para Oferendas à Iansã, bem como as pedreiras com cachoeira.

Muitos e os mais variados são os tipos de Oferendas à Iemanjá e, justamente neste capítulo, darei, com os maiores detalhes, um dos principais.

Num dia de segunda-feira, durante o dia ou durante a noite, observando as horas planetárias de Iemanjá, acima indicadas, chega-se a uma praia de mar, onde será feita a Oferenda de que aqui se fala.

Como Ogum Beira-Mar também domina nas praias de mar, será aconselhável que, antes de se preparar e entregar a oferenda à Iemanjá, se preste uma homenagem, embora singela e rápida, àquela poderosa Entidade que é pai Ogum Beira-Mar.

Para isso, é bastante que, logo ao se chegar à praia, se acenda, em homenagem a Ogum Beira-Mar, uma vela branca, de cera, a ele se a oferecendo e pedindo sua poderosa interferência para o melhor êxito do que se vai fazer.

Isto feito, então, se cogitará, propriamente dito, da oferenda à Iemanjá, de que estamos tratando.

Numa bandeja forrada de papel de seda azul, coloca-se 7 (sete) cocadas brancas, tipo aranha. A seguir, cerca-se essa bandeja com as cocadas, com 7 (sete) rosas brancas, sem espinhos. Isto feito, enrola-se tudo em papel de seda branco e coloca-se sobre a areia (na parte úmida), na orla do mar, isto é o mais perto do local até onde chegam as ondas. Põe-se, também, mel.

É importante se observar que, antes de se armar a oferenda como acima foi dito, dever-se-á, logicamente, pedir licença para se o fazer. Esta licença, é lógico, deverá ser primeiramente pedida a Ogum Beira-Mar, uma vez que teremos de trabalhar na beira da praia que é, como se disse antes, o local onde domina essa entidade. A segunda licença que se pede será, portanto, à própria Iemanjá. Não há necessidade de palavras especiais nem cabalísticas. Uma simples espécie de conversa (mental ou mesmo em palavras pronunciadas em voz natural) é o que se deverá fazer. Poder-se-á, por exemplo, dizer mais ou menos o seguinte:

Tratando-se de um vote (pede-se o que se quer e se faz a oferenda antes de se receber o que se pede), poder-se-á dizer:

  • “Mãe Iemanjá! Salve a Senhora! Salve todo o povo do mar! Minha Mãe! Esta minha oferenda à Grande Rainha do mar que sois vóis, é para que me consigais o que eu vós peço (diz-se, então, o que se quer). Aceitai- a, pois, minha mãe e ouvi o meu pedido.”

Tratando-se de uma promessa (já se conseguiu o que queria e, então, faz-se a oferenda), poder-se-á dizer mais ou menos o que se segue:

  • “Mãe Iemanjá! Salve a senhora! Salve todo o povo do mar! Minha mãe! Esta minha oferenda (ou este meu presente) à Grande Rainha do Mar que sois vóis (ou por vosso intermédio). Agradeço-vos, pois, minha querida mãe Iemanjá!

Obs.: Em qualquer desses casos, depois de completar a Oferenda, sai-se de costas, dando-se uns três passos, pelo menos, vira-se de costas, para o mar e vai-se embora. Será bem interessante cantar-se, durante o tempo em que se faz a Oferenda, algum “ponto” de Iemanjá!

OFERENDAS-

***IMPORTANTE:

Antes de preparar uma oferenda para “QUALQUER” Orixá é importante lembrar que a pessoa deve estar com:

O corpo limpo, antes e durante.

Usar roupas claras.

Não brigar

Não falar mal (responder) com ninguém.

Não falar alto

Não ter atitudes que possa ofender o Orixá.

Ter respeito, concentração e carinho.

 

OFERENDA 1.

 

7 VELAS BRANCA

7 VELAS AZUI

CHAMPAGN

MANJAR BRANC

7 ROSAS BRANCA

7 FITAS AZUIS ( 1 METRO CADA UMA

7 FITAS BRANCAS ( I METRO CADA UMA)

1 BILHETE COM NO MÁXIMA 3 PEDIDO

LOCAL DE ENTREGA: NA AREIA DA PRAIA

 

OFERENDA 2

ARROZ COZIDO NA ÁGUA, SEM AÇÚCAR E DEPOIS DE PRONTO

REGADO COM MEL

AGUA MINERAL

1 VELA BRANCA

1 VELA AZUL

1 ROSA BRANCA

LOCAL DE ENTREGA, PODE SER EM CASA

 

OFERENDA 3

 

1 GARRAFA DE CHAMPAGNE OU ESPUMANTE

1 VELA AZUL

1 ROSA BRANC

LOCA DE ENTREGA:

AREIA DA PRAIA.

Postado por CLAUDIA BAIBICH

 

OFERENDA 4

 

ADIMU PARA YEMANJÁ

CANGICA COSIDA SO COM ÁGUA

DEPOIS DE COSIDA MISTURAR LEITE DE COCO

PONHA NUMA TIGÉLA DE LOUÇA BRANCA

REGUE COM MEL E ENFEITE COM UVAS VERDES (ITALIA)

 

SIMPATIAS NA FORÇA DE YEMANJÁ

SAÚDE E PROTEÇÃO

 

Simpatia para pedir saúde e proteção à Iemanjá

A simpatia para a saúde, invocando a proteção de Iemanjá, é bem simples.

Agrade Iemanjá com um vaso de flores.

Material necessário:

Um vaso de flor

Rosas brancas

 

No dia 02/02 , pegue um vaso de flor, encha de rosas brancas e coloque na mesa da sua cozinha ou sala.

Ofereça essas rosas brancas para Iemanjá e peça saúde para todos os moradores da sua casa.

Fazer a oração para Yemanjá.

Quando as rosas brancas murcharem, jogue-as no mar ou em área verde, de campo ou mata.

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Oferenda para Ogum

23 de abril “Dia de São Jorge” é comemorado na umbanda o “Dia de Ogum”, e você pode fazer oferendas gratuitas para ter proteção o ano todo. Os trabalhos espirituais feitos para o orixá Ogum são fortíssimos dando proteção aos devotos e promovendo a anulação de feitiços enviados para prejudicar seus caminhos, fechando o corpo contra inveja, mau olhado, afastando os inimigos e rivais de sua vida profissional e amorosa. Neste dia dedicado a Ogum, o orixá da guerra, aquele que nunca abandona seus filhos no campo de batalha e aniquila com fúria os inimigos e rivais; realizamos oferendas especiais e fazemos a confecção de um patuá de Ogum que servirá de escudo protetor durante todo o ano para que o filho ou devoto de nosso querido Pai possa usar sempre consigo este objeto de grande proteção contra os inimigos carnais e espirituais.

Toda oferenda para um Orixá deve ser preparada com muito amor, lave as mãos em água corrente, firme a partir dai seu pensamento e inicie orações, depois continue meditando e invocando seu pedido.
Comida oferenda para Ogum (melhora no trabalho, conquistas profissionais, amor, paz e saúde)
Ingredientes: 1 Bagre grande ou Costela com 7 ossos

1 kg de batata

1 kg de cebola

1 kg de farinha de mandioca

3 pimentas Azeite de dendê

1 pitada de Sal
Modo de Preparo: Se limpa o bagre sem cortar as barbatanas e sem cortar.

Retiram-se as “tripas” pela cabeça, utilizando as mãos e sem cortar.

Depois de limpo tempera-se com um pouquinho de sal e as três pimentas da costa moídas.

Unta-se ele todo com azeite de dendê e leva-se ao forno para dourar.  Enquanto assa, cortam-se as batatas e as cebolas em rodelas e se frita no azeite de dendê, deixa-se esfriar, aproveitando o azeite de dendê para fazer uma farofa.

Em uma travessa grande de porcelana, cruzada com pemba branca e banha de ori, põe-se a farofa e por cima o bagre.

Em volta são colocadas às batatas e as cebolas todas untadas no aceite de dendê.

Acompanha a bebida correspondente e uma vela branca.

Obs: O mesmo procedimento é realizado com a costela.

Abertura de caminhos

Ingredientes: Cará médio
Azeite de dendê
Mel
7 ákásás brancos
7 bandeiras brancas feitas com vara de laranjeira e morim branco
7 velas brancas
1 coco verde
Seu nome escrito num papael branco, á lápis, sete vezes
Oberó ( local para colocar a oferenda), obs tem que ser de ferro.

Esta oferenda é destinada a abertura de caminhos, para Ogum cortar ajó ( confusões ), principalmente em abientes profissionais.

Cozinhe o cará em bastante água, logo reserve e deixe amornar. parta – o ao meio e acomode no oberó ja lavado. regue uma parte com mel e outra com dendê.

Passe os ákásás fechados em seu corpo de cima para baixo na frente e em suas costas, desembrulhe e coloque no meio do cará.

Finque uma bandeira branca em cada ákásá, de forma que fiquem em pé.

Abra o coco e coloque dentro o papel com o seu nome escrito.

Ofereça este presente a Ogum em uma estrada, de preferência de subida, ao pé de um coqueiro alto e reto.

acenda as velas ao redor do prato e cloque o coco na frente.

Peça vitórias e que Ogum abra seus caminhos e desfaças os confuções.

Saia do local sem olhar para trás.

Boa Sorte

ADALU é um Adimu (comida, Oferenda, Agrado, trabalho) para Orixá Ogum:

O Orixá Ogun é um santo muito vigoroso, não foge a luta, olha por seus filhos, vence a batalha sem olhar o motivo, Ogum não conheceu a derrota nos campos de batalha a até a morte (Orixá Ikú) tinha medo deste Orixá.

Ogum Irmão de Oxossi ensinou Oxossi a guerriar, então quando oferecemos a Ogun estamos ciente de que a Vitória é certa. Temido pelos Yorubas, respeitado e reverenciados pelo Candomblé e a Umbanda.

Ingredientes para Comida de Ogum:

Feijão preto Milho vermelho cozido Azeite-de-Dendê Cebola ralada Atàré moído Camarões seco.

Como Preparar a Comida do Ogum:

Misture o milho e o feijão, refogando com azeite-de-dendê, ataré (pimenta da costa), cebola e camarões.

Às vezes é oferecido acompanhado de carne dos animais sacrificados em seu ritual de matança, mas pode ser oferecido para qualquer finalidade, seja:

Para problemas no trabalho, brigas, inimizades, inimigos que te persegue, conseguir uma vitória com ajuda de Ogum, mas não é aconselhável para o Amor, pois Ogum é duro igual o aço e para trabalhos no amor é preciso flexibilidade que não é uma das caraterísticas do Ogun.

Oferenda a Ogum, para nos livrar de um processo judicial que tenha sido movido injustamente contra nós.

Numa beira de praia de mar (é o “habitat” de Ogum Beira-Mar, como se sabe), faz-se o seguinte:

Escreve-se o número do processo judicial (que nos foi movido injustamente) num papel branco, liso, isto é, sem pauta; Enterra-se esse papel, com o número do processo já escrito nele, na areia da praia;

Em cima do lugar em que se tiver enterrado o tal papel, coloca-se 3 (três) espadas de Ogum (Espada de São Jorge, como são conhecidas também), cruzadas; Em volta dessas 3 (três) espadas de Ogum,

acende-se 6 (seis) velas brancas, de cera; Uma sétima vela, deverá ser colocada um pouco adiante, ao lado de uma garrafa de cerveja branca, cujo conteúdo deverá ter sido derramado, em parte, no local em que fora feita a Oferenda. Isto feito, como se estivesse falando, verdadeiramente com o Orixá Ogum, poder-se-á. dizer, mais ou menos, o seguinte:

“Meu querido pai Ogum! Salve o senhor! Ogum nhé Patacuri!

(no ritual de angola, diz-se: Jesse Jesse Patacuri Ogum lê) peço-vos com toda a confiança, que me livreis desse processo que estão movendo contra mim.

Não sou culpado e, assim, apelo para vossa poderosa interferência. Ajudai-me, pois meu pai Ogum!” Isto, aliás, no caso de se pedir antes de se ter obtido a graça, ou seja, no caso de se tratar de um voto.

No caso de se ter feito antes uma promessa e, portanto, de se estar pagando essa promessa, em vez de se pedir, agradece-se a Ogum por nos ter livrado do tal processo judicial.

É importante notar que, para o melhor resultado a se obter dessa Oferenda, deverá ser a mesma feita numa das horas planetárias de Marte e, se possível, estando o ofertante (o nosso irmão), com as costas viradas para o (nordeste — ponto colateral situado entre o norte e o este).

N.B. — Esta oferenda poderá ser feita, também, no centro de uma encruzilhada de Exu que, como digo antes, pertence a Ogum.

Neste caso, porém, antes de se preparar e entregar a Oferenda, deverá se pedir licença ao Exu dono da encruzilhada.

Essa licença poderá ser pedida apenas com palavras proferidas ao tom natural ou, se preferirem, cantando-se um ponto mais ou menos assim:

Exu, Rei da encruzilhada, me dá licença, por favor, para fazer essa arriada, a Ogum que é meu Senhor!

Neste caso, o papel com o número do processo deverá ser enterrado no chão, bem no meio da encruzilhada.

Essa mesma Oferenda também poderá ser feita defronte ao portão de ferro geralmente encontrado ao lado dos cemitérios.

Oferendas para Ogum quando necessitamos solucionar um caso por demais importante.

Também poderá servir, esta Oferenda, como obrigação a Ogum ou comida de Ogum, dado por médiuns de que ele é Orixá Chefe de Cabeça.

Numa entrada da mata, primeiramente se acende Uma vela de cera comum, branca, em homenagem ao Orixá das folhas Ossãe, e a ele se pede licença para fazer o “trabalho”.

Isto feito, faz-se o que se segue. Prepara-se o local, cobrindo-o com papel de seda branco e, sobre ele, papel de seda vermelho; No centro, em uma bandeja, coloca-se um churrasco de costela, untado com azeite de dendê;

põe-se, também, farinha; Em volta do churrasco, coloca-se rodelas de tomate e ovo cozido;

A seguir, abre-se uma garrafa de cerveja branca e despeja-se um pouco (até encher quase o copo) num copo branco, liso, virgem;

coloca-se num dos lados; Coloca-se a garrafa de cerveja com o que sobrar do líquido no interior, ao lado do copo;

No outro lado da bandeja, coloca-se um charuto de boa qualidade, aceso, sobre uma caixa de fósforos aberta; Depois de tudo isso feito, faz-se, então, a entrega da oferenda, como nos casos anteriores. Nota importante: Para que meus estimados irmãos possam fazer tudo a inteiro contento, darei, a seguir, o modo pelo qual deverá ser feito o churrasco de costela e, bem assim, o modo de ser preparada a farinha.

Vejamos.

Como preparar o churrasco e a  costela: — Prepara-se o churrasco, untando-se, antes, com azeite de dendê e temperando-se na forma normal e levando-se ao fogo para assar; Como preparar a farinha:

— A farinha deverá ser preparada com gema de ôvo batida e levada ao fogo para corar, com azeite de dendê.

Todos os médiuns de Umbanda, como se sabe, tem, pelo menos, um Orixá que é o dono de seu camutuê,isto é, dono ou responsável por sua cabeça ou, em outras palavras, possuidor, em especial, de sua mediunidade, para, assim, prestar a caridade aos demais encarnados e também aos desencarnados.

A esse, portanto, deverá cada médium fazer uma obrigação.

É isto o que, em outras palavras, se chama de dar à cabeça, de outras religiões.

O certo é que cada médium faça obrigações para todos os Orixás, inclusive o dono de sua cabeça.

No entanto, pelo menos para esse, deverá o médium fazer, de qualquer forma, uma Obrigação.

É uma espécie de Oferenda ou presente ou ainda agrado e de que os Orixás gostam muito, segundo a convicção umbandista ou, em outras palavras, na conformidade do próprio ritual e mesmo da própria literatura da Umbanda. Tais obrigações vão de uma simples vela, às vezes, até um verdadeiro banquete, como bem se poderá dizer.

São, porém indispensáveis e, não sendo feitas, claro é que o médium não terá a proteção total que deverá ter.

É um eró, isto é, um segredo da própria Umbanda.

É uma de suas inúmeras mirongas.

A obrigação de que aqui falo, pois, é uma das muitas que podem e devem ser feitas.

Não devem ser confundidas, porém, com as comidas a Orixás que, por preceito, se têm de dar nos terreiros.

Estas últimas, na realidade, são da responsabilidade dos chefes de terreiro, ou seja, dos Babalorixás e Yalorixás.

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Como é o Batismo na Umbanda

Batismo
Temos que ter em mente que o batismo significa o recomeço o acordar para a religião em
que você se propõem a seguir e a adorar.
Sabemos que o Batismo é algo sagrado e imutável tão sagrado que em nossa Comunidade é reconhecido que o primeiro Batismo na Umbanda será sempre o seu primeiro o seu laço com suas entidades, mas alem do Batismo também temos a cerimonia de confirmação que é a que fortalece esse laço da mesma forma que a primeira, se escolhe um ou mais padrinhos e madrinhas para tal cerimonia que serão testemunhas encarnadas alem do Guia Chefe que irá presenciar tal acontecimento.
Alguns preceitos devem ser seguidos para que possamos estar preparados de corpo e alma para tal cerimonia.

• Na semana anterior a do dia do batismo 7 dias antes devemos acender um vela de sete dias para Oxalá para que nos prepare para a cerimonia e ilumine nosso Ori (cabeça);

• Durante a semana deve-se evitar ambientes carregados e uso de roupas escuras, sempre pense em coisas agradáveis e alegres faça dessa semana a sua melhor semana.

• Devemos nos sete dias anteriores ao do Batismo tomar banho de Tapete de Oxalá (boldo) de cabeça e corpo para mantermos o equilíbrio do espírito.

• No dia da cerimonia devemos providenciar uma Toalha Branca sem desenhos ou estampas, caso saiba seu Orixá de cabeça é permitido colocar fita da cor do Orixá * (conforme cores designadas pelo primado de Umbanda ) sem exageros essa toalha não é usado nas giras apenas nos trabalhos de Cachoeira e Praia.

• No dia da cerimonia devemos providenciar uma Vela Branca simples de Batismo

LOCAIS PARA A PRÁTICA DO BATISMO.
O ritual pode ser praticado dentro do próprio terreiro como também na cachoeira, local de maior vibração de Mãe Oxum, mãe e protetora de todos os filhos de Umbanda e senhora das águas doces.
Em alguns terreiros, por orientação do Chefe da Casa, o batismo pode também ocorrer na praia, sendo então os filhos consagrados a Iemanjá.

( Imagens Ilustrativas/ fonte internet)

Orientação aos padrinhos e aos pais

Ser padrinho é assumir perante Pai Olorum e Pai Oxalá o compromisso de segundo pai e segunda mãe, prometendo cuidar de seu(sua) afilhado(a) sempre que necessário.
A vela batismal será levada para casa e guardada pela mãe. Essa vela é símbolo da Luz Divina e deve ser acesa (apenas quando necessário), posta sobre a cabeça da criança e, de preferência, às suas costas. Se houver algum problema de causa desconhecida com a criança, acender a vela e elevá-la sobre a sua cabeça. O campo imantador da própria criança começará a se abrir e a criar a proteção e a limpeza necessárias.

Batismo de Médium

O bastismo é um acolhimento dos filhos de fé. É um sacramento indispensável para a pessoa ter vida religiosa plena. É uma iniciação. Cada religião tem uma hierarquia divina: anjos, arcanjos, querubins, devas… Na Umbanda temos a hierarquia dos Orixás. O batismo é, portanto, uma apresentação às divindades da Umbanda, para que enviem as suas vibrações ao espírito encarnado e assim ele passe a receber a proteção dos Orixás. O espírito e o mental do batizando passam a ser amoldados sutilmente na nova egrégora, na nova religião, revestidos com uma aura protetora divina.

Os Padrinhos e Madrinhas

Os Padrinhos Espirituais – Orixás- assumem o amparo divino do afilhado, juntamento com o Orixá de frente e o Orixá juntó.

Os Padrinhos Encarnados – assumem a responsábilidade de serem orientadores do(a) afilhado (a) na Umbanda juntamente com a sacerdote (isa).

O Significado do Ato Ritualístico:
A PEMBA BRANCA – Representa Oxalá nosso grande Orixá, divindade sincretizada por nós como Jesus Cristo no qual foi crucificado e com essa pemba é que seremos cruzados confirmando com este símbolo sinal cristão, da acolhida deste filho à Família de Almas de Angola (SARAVÁ PAI Oxalá)

O INCENSO: Representa a energias de proteção e de irradiação luminosa. Nela pedimos a Iansã senhora dos ventos que leve o aroma das sagradas ervas a todos o lugares que andastes o protegendo de todo o mal e ultrapassando as dificuldades da vida. (SARAVÁ Iansã)

O SAL: Em nome de Ogum senhor dos caminhos e das batalhas o sal que representa a proteção que lhe será dada durante sua vida pelo plano espiritual; representa ainda a terra e sua prosperidade e o crescimento de suas plantações interiores; a preservação da vida; (SARAVÁ Ogum)

O FOGO (A VELA DO BATISMO): Representa Xangô Senhor do Som e da Justiça Divina essa chama de justiça acendera em seu coração na proteção dos menos aflitos o testemunho dos presentes à sua nova vida dentro dos princípios Cristãos de Almas de Angola, representa ainda a luz interior de cada um de nós, luz a ser desvelada para que cheguemos a Oxalá. (SARAVÁ Xangô)

O ÓLEO : Nesse domínio reina Oxossi Senhor das Matas Guardião de Nossa Comunidade, sobre a ordem do Orixá que reina nossa Casa. Cuja unção significa as bênçãos do PAI sobre seu FILHOS . A consagração desses filhos às entidades de Almas de Angola e a sua distinção entre os homens. Pois a partir de agora eles são membros da Grande Família Universal Umbandista. (SARAVÁ OXOSSI)

A ÁGUA: Nesse domínio reina Iemanjá, Oxum e Nanã senhora das águas sagradas, que são as grandes Mães geradoras onde tudo é criado. Diante dessa cachoeira limpe as impureza que tenhas e prepare seu coração durante sua jornada te tornando digno de ser Umbandista pois a aguá é a purificação do Espírito, Mente e Corpo. (SARAVÁ Oxum, SARAVÁ Iemanjá, SARAVÁ Nanã).

E Finalmente a Obaluâe a bondade e o carinho dos teus velhos espíritos venha a doutrinar esse filho no caminho do bem e da responsabilidade com ele pedimos aos padrinhos que intercedam sempre em tudo o que achares errados em seu filho no decorrer dessa nova caminhada. (SARAVÁ Obaluâe)

Saiba mais:

CAMBONO

É o médium que participa nas giras de assistências como auxiliar dos Guias em terra, podendo ser designado na hora dos trabalhos, pelo Primeiro Cambono, pela Ialorixá ou pela Iabá.O cambono é a viga mestre do trabalho, sua energia é fundamental na sustentação vibracional da casa.

Ainda que muitas vezes eles passem despercebidos aos consulentes e assistência durante um trabalho, são os cambonos os grandes responsáveis pelo bom andamento de um trabalho

Ele não incorpora seus mentores, durante o atendimento da Assistência. Não pode comentar, nem contar a outras pessoas o diálogo do Guia com os Assistidos. Cambonos sãos médiuns preparados ao trabalho de auxiliar e servir os mentores e guias durante os trabalhos e também preparados para a doutrinação de espíritos menos esclarecidos, são treinados para terem uma concentração excepcional para o auxilio na firmeza do ritual.

Ele tem como responsabilidade cuidar dos apetrechos do Guia, buscando garantir a organização dos objetos e a conservação e limpeza do ambiente (uso de cinzeiros, copos, etc) bem como guardando nos lugares corretos os objetos emprestados pela Casa Espiritual (pemba, prancheta, etc). Outra responsabilidade sua é a anotação, bem legível, e correta das orientações do Guia, bem como do material que for solicitado.

Cambonos não são empregados de nenhum médium ,ou entidade e nem pode virar empregado particular de ninguém. Todos que tem essa função deverão ajudar a todas as entidades, não escolhendo por afinidades (gostar mais ou menos de uma entidade ou médium).

Ele avisa ao Fiscal, que controla a entrada da assistência, quando o Guia estiver pronto para atender a Assistência. Deve permanecer no local que foi designado, auxiliando o Guia ou a corrente, sempre vibrando em harmonia para o sucesso dos trabalhos e cantando os Pontos solicitados e adequados para cada momento específico, de acordo com a necessidade. Comunica também ao Fiscal, quando houver necessidade da Assistência ser atendida por outro Guia da corrente.

Para uma boa organização das atividades do Centro, ele deve anotar os trabalhos deixados no Centro com o nome do médium e Guia, assim como a data de retirada dos mesmos.

É ele também que limpa os pontos riscados, sempre após obter a autorização do Guia, pedindo licença, e com muito respeito. Compete ao Cambono também, auxiliar a Entidade comunicante, caso o assistido encontre dificuldades de compreensão na mensagem transmitida.

Enfim, o Cambono é o grande ajudante anônimo do Centro. É ele quem tem todas as obrigações modestas do Centro e é um grande trabalhador anônimo. Lembrando que o Cambono, ainda não é um iniciado, nem sempre tendo condições de responder a todas as dúvidas e necessidades da assistência, assim também como ocorre com alguns médiuns desenvolvidos. Ele é um mensageiro, um interlocutor, que facilita o bom andamento dos trabalhos.

A maioria dos médiuns, quando adentram o chão do terreiro, tornando-se filho da casa, iniciam sua trajetória cambonando durante os trabalhos e giras. É nessa fase que começa a interação do “novo” filho aos cultos , religiosidade e responsabilidade, que aos poucos vão tornando-se mais perseverantes e firmes nos propósitos de missão que a cada um é necessário.

Cada caso épeculiar de cada um, visto que como todos nós temos a missão de trabalhar em caridade pelo próximo, cada um a sua forma e ao seu tempo. Motivo este pelo qual não temos como ditar uma regra para todos que adentram a Umbanda Sagrada.

Existem casos que quando a pessoa procura o templo ou terreiro buscando auxílio, percebe-se que esta pessoa “esta madura” no sentido de desenvolvimento mediúnico e logo quando passa por consulta com a Entidade Chefe, percebe-se que começa o processo de incorporação de imediato. Em contrapartida, existe pessoas que tornam-se filhos da casa, batizam, vestem o branco e trabalham ativamente no terreiro cambonando, levando algum tempo para tornar-se um médium desenvolvido. Isto se dá pelo motivo de fórum íntimo de cada pessoa. Cada um tem a necessidade de trabalho e auxílio em suas funções com a espiritualidade, conforme ele mesmo escolheu, ou conforme sua necessidade de estudo, entendimento e integração com a espiritualidade em questão. A ansiedade é um fator que pode atrapalhar significadamente o desenvolvimento mediúnico, por isso é bom sempre lembrar-mos que a mediunidade não é mérito para ninguém e sim provação ao qual devemos corresponder com trabalho humilde e resignado.

É importante a conscientização do Cambono em aproveitar todas as oportunidades de reflexão e crescimento, pois acompanhando diversos atendimentos, e sempre pensando naquilo que também lhe diz respeito, obterá muitas reflexões produtivas ao seu crescimento espiritual.

O cambono, assim como todos os médiuns, deve estar sempre disponível e de bom humor, para receber as pessoas carinhosamente, que vão ao Centro em busca de caridade. Ele é um cartão de visitas, e deve buscar sempre exercer a caridade, com humildade. Sabendo aproveitar, o Cambono é uma das funções que oferece as maiores e melhores possibilidades de crescimento espiritual.

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