Os caboclos e suas influências em nossas vidas

Os caboclos e suas influências em nossas vidas

CABOCLO 7 PENAS: Ajuda no desenvolvimento mediúnico, orientando e esclarecendo sobre a espiritualidade.

CABOCLO COBRA CORAL: Tem como objetivo alcançar a cura e o bem estar dos filhos através de passes e banhos de ervas.

Protege contra traições e inveja.

CABOCLA JUSSARA: Falangeira da Cabocla Jurema. Trabalha a intuição e cautela.

CABOCLO ROMPE-MATO: Abre caminhos e trabalha a ousadia, a coragem nos médiuns. É rígido e compenetrado em suas obrigações.

Protege contra a falta de concentração.

CABOCLO TUPINAMBÁ: É chefe de falange. Ligado a Tupi, um dos nomes mais respeitados na hierarquia dos Caboclos.

Ajuda a manter a ordem e a disciplina.

CABOCLA JUPIRA: Ligada as águas doces dos rios e lagos.

Tem como missão, ajudar seus filhos a conquistar seus lugares no mundo.

CABOCLO 7 FLECHAS: Guerreiro das matas. Conhecedor profundo de ervas e folhas. Ajuda a resolver problemas urgentes.

ARRANCA-TOCO: Caboclo chefe de falange. Um dos Caboclos mais antigos da Umbanda. Trabalha a determinação e a firmeza em seus filhos.

Protege contra falências e dificuldades financeiras.

CABOCLA IRACEMA: Cabocla encantada. Ora pássaro, ora caçadora.

Tem como missão ajudar seus filhos a agir com segurança e sempre no momento certo. Ajuda a resolver problemas de ansiedade e dúvidas em geral.

CABOCLA JACIARA: Cabocla ligada aos montes e vales. Guerreira e desbravadora de novos caminhos.

Protege contra a preguiça e o desânimo; ajudando seus filhos em novas conquistas.

CABOCLA JUREMA DA PRAIA: Falangeira da Cabocla Jurema.

Atua nos limites do mar e rio, onde trabalha pela segurança e equilíbrio na vida de seus filhos.

Protege contra o medo, insônia e problemas neurológicos.

CABOCLO VENTANIA: Caboclo ligado as folhas.

Conhecedor dos axés que asseguram a lei da sobrevivência na natureza, estimulando o processo de transformação.

Ajuda nas conquistas profissionais e amorosas.

É extremamente hábil para desfazer maus entendidos e fofocas.

CABOCLA JUREMA DAS MATAS: Falangeira da Cabocla Jurema.

Senhora maior das matas. Mãe das falanges das Caboclas. Tem como missão acalentar e defender seus filhos contra os males materiais e morais.

Ajuda na criação de filhos e na tranqüilidade do casamento.

Benzedeira.

CABOCLO AIMORÉ: Chefe de falange. Conhecedor dos segredos das matas. Representante fiel de Oxosse.

Ajuda na intuição e na conquista de alimentos para nossa sobrevivência.

Traz boa sorte e sucesso.

CABOCLA IARA: Cabocla ligada às cachoeiras e rios.

Encantada, ora Cabocla, ora deusa. Está no limite das águas com a terra.

Ajuda a ter prudência. Protege contra falsidade.

CABOCLO TREME-TERRA: Conhecedor de feitiços e encantamentos.

Protege contra trabalhos de amarração.

Está ligado aos conflitos sociais, no sentido de assegurar a igualdade e a responsabilidade.

CABOCLO PENA BRANCA: Caboclo ligado a Oxalá. Influencia na busca pela tolerância, paciência e equilíbrio.

Protege contra prisões e armadilhas.

CABOCLO ROXO: Conselheiro e austero. Amante da ordem e da hierarquia.

Protege contra vícios e timidez.

CABOCLO PENA VERDE: Orientador e conselheiro.

Protege contra ansiedade e depressão.

CABOCLO GIRA-MUNDO: Caboclo responsável pela doutrina e encaminhamento de obsessores.

Protege contra histeria e nervosismo. Guardião dos limites entre os planos astral e material.

Fonte:

PELOS CAMINHOS DA UMBANDA – UOL Blog
Conhecendo seu Guia na Umbanda

É muito comum no inicio das incorporações, quando a gente está ansioso, com medo , curioso e inseguro para saber quem são nossas entidades, como trabalharam, nomes, etc… Todos nós médiuns já passamos por isso…..

Quando há as incorporações o médium fica mais que atento a qualquer palavra que saia de sua boca “se eu falando ou a entidades, o que vai acontecer agora, o que ele tá fazendo” ….. tudo isso faz parte do ínicio, pois ser consciente é perfeitamente normal e não é sinal de “falta de firmeza, ou imaturidade nas incorporações, ou fraqueza do médium.

E é nessa fase onde o médium atua muito junto com a entidade, por sua participação , ‘interatividade” que é peculiar nesse ínicio, ocorre maior incidência de uma interferência do médium , sobrepondo a da entidade.

Porém, com o passar do tempo, o médium vai ganhando confiança, vai aprendendo a ficar mais alheio das manifestações da entidades, pois para ele não terá mais mistérios e se reservará da total abstenção de qualquer tipo de interferência, inclusive de sua própria opinião do que a entidade deveria agir, falar ou conduzir numa consulta.

Muitas pessoas desistem no inicio, por não aceitar sua consciência e não conseguir trabalhar psicologicamente essa questão e achar que é ele ali e não a entidade.

De não insistir e entender que as incorporações vão se firmando com o tempo. Pois nossa forma de trabalhar mediúnicamente é muitíssimo diferente de Candomblé e Espíritismo.

E para a Umbanda a afinidade e sintônia nas incorporações é de fato, mais demorada.

E nesse processo de ajustes, equalizações e estabelecer uma sintonia satisfatória , o médium deve entender que haverá sim erros, o seu sobrepor a propria entidade, o animismo, porque faz parte desses ajustes. Por isso o médium não deve ser pemitido ao estarem sob influência das entidades; beber, fumar e principalmente, dar consultas e atender o público, quando essa sintonia não se estabelecer de fato, avaliado pelo dirigente e guias chefes da casa.

Antes de tudo cada guia que incorpora é único, cada um é um espírito em particular, com seu jeito de agir e pensar.

O nome de que se utilizam é apenas um indicativo da forma que trabalham de sua linha e irradiação.

Por isso podemos ter vários espíritos trabalhando com o mesmo nome, sem que sejam por isso um só espírito.

É como ser um médico, engenheiro, etc… Todos possuem um conhecimento comum, além do conhecimento individual.

E isso faz com que trabalhem de forma diferente, mas seguindo a mesma linha geral.

A mesma coisa acontece com nossos guias, então é comum escutar:

– Como é o Caboclo X?

– Me conte a estória do Preto Velho Y

– Como é o ponto riscado do Exú Z?

Isso pode ocasionar vários promelhas no início do desenvolvimento, o médium lê uma descrição de que o Caboclo Y fuma.

E ele fica com “isso” na cabeça, assim que chega no momento de trabalhar com o seu guia o Caboclo Y (também) ele pede um charuto, e aparti daí fica mais difícil de romper essa barreira anímica criada pelo médium.

Ou então o médium lê que o Exu Z quando incorpora ajoelha no chão, aí pensa, “nossa o que eu incorporo não ajoelha!!!” e começa a se sentir inseguro quanto a manifestação do seu guia, podendo com isso atrapalhar o seu desenvolvimento.

Pra resumir, a melhor forma de conhecer seu guia e através do tempo, do desenvolvimento e do trabalho com ele, assim pouco a pouco você vai se inteirando de como ele é, como gosta de trabalhar, etc.

      Caboclo_bradou

 

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